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Motorista de aplicativo que sumiu na capital é achado morto em praia de Itanhaém

Polícia de Itanhaém classifica o caso como morte suspeita e aguarda laudos para decidir sobre a abertura de inquérito de homicídio

A investigação sobre a morte de Osvaldo inclui exames no IML para determinar se houve violência ou mal súbito - Imagem: Reprodução
A investigação sobre a morte de Osvaldo inclui exames no IML para determinar se houve violência ou mal súbito - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 25/02/2026, às 11h20


A polícia está tentando entender o que aconteceu com o motorista de aplicativo Osvaldo Antônio de Jesus, de 68 anos, localizado sem vida na areia da praia da Gaivota. O corpo dele foi avistado por volta das 11h30 desta segunda-feira (24), poucas horas após ele ter saído de casa para mais um dia comum de trabalho. Policiais militares foram chamados até o local em Itanhaém e precisaram isolar a área para que os peritos pudessem trabalhar sem interrupções. Logo em seguida, os médicos do Samu confirmaram que o idoso já estava morto, dando início a uma investigação que agora busca respostas sobre o que causou o óbito.

O desaparecimento na capital e a busca da família

Osvaldo foi visto pela última vez bem cedinho, por volta das 6h da manhã, na Rua Antônio Maria Bonincini, que fica no bairro do Sacomã. Ele morava na capital paulista e saiu de casa com o objetivo de realizar corridas pelo aplicativo, como fazia habitualmente. Como ele não deu mais notícias e não voltou para casa, os parentes ficaram desesperados e chegaram a fazer um boletim de ocorrência avisando que ele estava desaparecido. Infelizmente, no momento em que a família registrava a queixa, o corpo já havia sido encontrado no litoral, mas a identificação oficial só aconteceu um pouco mais tarde.

Investigação e exames no IML

A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso foi anotado como morte suspeita e encontro de cadáver no 2º Distrito Policial de Itanhaém. Agora, o próximo passo fundamental é o resultado dos exames feitos no Instituto Médico Legal (IML), para onde o corpo foi levado logo após sair da praia. Os médicos legistas vão analisar se existem marcas de violência ou se o motorista sofreu algum mal súbito enquanto estava na região.

Por enquanto, a polícia aguarda esses laudos técnicos para saber se abre um inquérito de homicídio ou se o caso será encerrado por causas naturais, já que ainda não se sabe como ele foi parar na praia da Gaivota tão rápido.