Brasil

Seleção brasileira se prepara para jogo decisivo contra a Jamaica

A jogadora Andressa cita que a partida representa uma final

"Temos que jogar tudo. Será uma final e final não se joga, se vence", citou a jogadora Andressa Alves - Imagem: reprodução redes sociais
"Temos que jogar tudo. Será uma final e final não se joga, se vence", citou a jogadora Andressa Alves - Imagem: reprodução redes sociais

Karina Faleiros Publicado em 31/07/2023, às 13h42


Nesta quarta-feira (02) às 7h (de Brasília), no Melbourne Rectangular Stadium, na Austrália, O Brasil enfrentará a Jamaica em um jogo decisivo. A transmissão será da Globo, SporTV, ge e Cazé TV (Youtube e Twitch).

A meia Andressa Alves, definiu o jogo como “sem margem pra erro”, pois o Brasil precisa vencer a Jamaica para evitar a decepção de ser eliminada na fase de grupos da Copa do Mundo feminina, algo que não acontece desde 1995.

Segundo informações da Folha de São Paulo, após a mpolgação da estreia com goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, o Brasil passou a correr o risco por causa da derrota por 2 a 1 para a França, no último sábado (29). Com três pontos no Grupo F, as sul-americanas foram ultrapassadas por francesas e jamaicanas, que estão com quatro.

“O Brasil ainda é favorito contra a Jamaica. A gente depende só da gente. Não temos margem para erro e temos de fazer nosso melhor jogo na Copa”, disse Andressa.

“Nós estamos sob pressão o tempo todo. Depois de uma derrota, é claro que as emoções ficaram afloradas. É um sentimento ruim, mas acho que a gente tem de usar isso como motivação”, citou a capitã Rafaelle.

Em 2019, o time também chegou à última rodada precisando de um resultado e conseguiu: derrotou a Itália por 1 a 0, com um gol de Marta, e foi às oitavas. Acabou eliminando pela França, que sediava a competição.

Apenas nos dois primeiros mundiais, em 1991 e 1995, o Brasil caiu na primeira fase. No primeiro torneio oficial organizado pela Fifa, ganhou do Japão, mas perdeu para Estados Unidos e Suécia. Quatro anos depois, caiu após ser goleado por 6 a 1 pela Alemanha e terminar na lanterna de sua chave.

A partir de 1999 isso mudou, quando chegou até a semifinal diante dos Estados Unidos e caiu por 2 a 0.

A seleção foi eliminada nas quartas em 2003 (derrota para a Suécia) e 2011 (Estados Unidos, nos pênaltis), e ficou nas oitavas em 2015 (Austrália) e 2019. Fez a melhor campanha em 2007, foi à final e perdeu para a Alemanha por 2 a 0.

“Temos que jogar tudo. Será uma final e final não se joga, se vence. Temos de entrar com esse pensamento. Não é importante golear, é importante fazer os três pontos e passar de fase”, disse Andressa Alves, pensando na Jamaica.

Expulsa na estreia contra a França, a rival terá a volta de sua melhor ogadora, a atacente Khadija Shaw, 26, ficou fora da vitória por 1 a 0 sobre o Panamá. Ela atua pelo Manchester City, na Inglaterra, e foi eleita a jogadora do ano da Concacaf, a confederação da América Central, do Norte e do Caribe.

Compartilhe