A associação dos agentes na Baixada Santista entrou com o pedido de armamento

Karina Faleiros Publicado em 11/04/2024, às 11h52
Foi determinado pela Justiça que a Prefeitura de Santos, capacite os guardas civis municipais, para que possam portar armas durante desempenho do cargo.
Nesta quarta-feira (10), a associação dos agentes na Baixada Santista entrou com o pedido de armamento e, após quase um ano, teve um parecer favorável. Segundo informações do g1, ainda cabe recurso sobre a decisão.
A juíza Ariana Consani Brejão Degregório, da 3ª Vara da Fazenda Pública, julgou procedente o pedido da Associação dos Guardas Civis Municipais (Agcm) da Baixada Santista de que todos os guardas estejam armados, de acordo com o documento da sentença.
“O agente de segurança pública desprovido de arma capaz de neutralizar com rapidez o agressor não servirá de maneira eficiente”, citou a juíza na decisão.
O porte de arma, segundo a prefeitura, exige a aprovação dos candidatos em avaliação psicológica, matrícula prévia do agente em um curso de habilitação feito em várias turmas, além de requisitos – não especificados – para concessão do porte funcional pela Polícia Federal.
Leia também

Tribunal do Júri condena médico e apontados como membros do PCC a até 23 anos de prisão por execução em hospital no Guarujá

Advogado santista e secretário municipal é preso em operação do MP-SP contra fraude bilionária em licitação

Investigado pela DDM, padre Jucelino de Oliveira é proibido de exercer ministério e celebrar sacramentos

Acidente em São Vicente (SP) deixa dois feridos e um motorista de carro morto

Vídeo de ladrões roubando moto e comemoram viralizam nas redes sociais; assista

Ciclista cai em buraco alagado durante temporal em Santos

Médico é condenado a 20 anos por participação na execução de paciente em hospital de Guarujá

Santos reconhece pesca artesanal como Patrimônio Cultural Imaterial

LIDE Mulher Litoral Paulista promove encontro com vice-prefeita de Santos e visita ao Centro de Controle Operacional

Bebê nasce em UPA de Ilha Comprida após 19 meses sem partos na unidade