Policiais apreenderam armas, drogas e dinheiro, além de derrubar estruturas usadas por criminosos como esconderijo no Morro da Vila Júlia

Redação Publicado em 08/04/2026, às 08h52
A manhã desta terça-feira (07) foi de muita tensão no Morro da Vila Júlia, em Guarujá. Durante uma operação da Polícia Militar para combater o tráfico de drogas, dois homens acabaram morrendo após uma troca de tiros com as equipes. Segundo a polícia, os agentes entraram na comunidade e foram recebidos a tiros por suspeitos armados. Os policiais revidaram e dois rapazes foram atingidos. O Samu até foi chamado com motolância e tudo, mas não teve jeito: as mortes foram confirmadas ali mesmo no morro.
Essa ação não foi por acaso. A PM explicou que o foco era derrubar o "domínio" que as facções criminosas têm naquela área. O Morro da Vila Júlia é conhecido por ser um lugar bem perigoso, cheio de barricadas, trincheiras e até um sistema de rádios para vigiar quando a polícia está chegando. Inclusive, os policiais contaram que a mesma equipe já tinha sofrido um atentado no dia 4 de abril, o que deixou o clima ainda mais pesado para essa nova incursão.
O que a polícia encontrou
Além dos confrontos, os policiais fizeram uma limpa no local. Eles apreenderam um fuzil, duas pistolas com a numeração raspada, cadernos com as contas do tráfico e muito dinheiro. Tinha droga de todo tipo: crack, cocaína, maconha e até lança-perfume. Mas o que chamou a atenção foi que a polícia também resolveu derrubar as estruturas que os criminosos usavam como esconderijo e trincheira, uma tática para tentar retomar o controle do bairro e facilitar o acesso das viaturas.
Um terceiro suspeito que estava no grupo também foi levado para a delegacia. Agora, como sempre acontece quando alguém morre em confronto com a polícia, o caso foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá e um inquérito interno da própria PM foi aberto. O objetivo é investigar cada detalhe da ação para garantir que tudo aconteceu dentro da lei, enquanto a polícia reforça que a prioridade é proteger quem mora na comunidade e sofre com o crime organizado.
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