Polícia

Polícia Civil identifica seis adolescentes por roubo em loja de conveniência em Santos

Com idades entre 14 e 16 anos, suspeitos foram identificados por câmeras de segurança; caso foi encaminhado à Vara da Infância

Delegacia da Infância e Juventude conclui apuração de roubo a loja Oxxo em Santos - Imagem: Divulgação
Delegacia da Infância e Juventude conclui apuração de roubo a loja Oxxo em Santos - Imagem: Divulgação

Redação Publicado em 18/08/2026, às 09h44


Investigadores da Delegacia da Infância e Juventude (Diju) de Santos concluíram a identificação de seis adolescentes, com idades entre 14 e 16 anos, apontados como responsáveis pela invasão e roubo a uma loja de conveniência da rede Oxxo. O estabelecimento, localizado na Avenida General Francisco Glicério, foi alvo de uma ação em grupo na madrugada de 2 de maio, gerando um prejuízo estimado em cerca de R$ 500 para os comerciantes locais.

O trabalho investigativo teve início logo após a formalização do boletim de ocorrência na unidade especializada. As equipes policiais realizaram a coleta de depoimentos e a análise minuciosa de imagens gravadas por circuitos internos e externos de segurança, o que permitiu traçar a dinâmica dos fatos e identificar de maneira individualizada cada um dos jovens envolvidos. Na ocasião, o grupo entrou rapidamente no comércio e subtraiu das prateleiras diversas mercadorias, como pacotes de salgadinhos, biscoitos e chocolates.

Encaminhamento ao Ministério Público e medidas legais

Nascidos entre os anos de 2010 e 2011, os seis jovens foram localizados e notificados a comparecer à sede policial ao lado de seus responsáveis legais para prestar depoimentos formais. Como o período de flagrante delito já havia se esgotado quando a autoria foi estabelecida, os adolescentes não foram apreendidos durante a etapa das oitivas.

O caso foi oficialmente tipificado pela autoridade policial como ato infracional análogo ao crime de roubo majorado. Com o término das investigações preliminares, todo o relatório e os elementos colhidos foram enviados à Vara da Infância e Juventude e ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), que ficará responsável por analisar a aplicação das medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).