Comandante da Amarelinha chamou sete nomes que atuam no Brasil
Redação Publicado em 19/05/2026, às 11h34
A lista de 26 convocados anunciada pelo técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026 consolidou uma mudança profunda no perfil recente da Seleção Brasileira. Rompendo com uma tendência de mais de duas décadas de elencos formados quase na totalidade por atletas baseados na Europa, a relação final deste ano traz a maior bancada de jogadores que atuam no futebol brasileiro desde a conquista do pentacampeonato, em 2002.
Ao todo, sete atletas que defendem clubes do país carimbaram o passaporte rumo ao Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá: o goleiro Weverton (Grêmio), os defensores Alex Sandro, Danilo e Léo Pereira (todos do Flamengo), os meio-campistas Danilo (Botafogo) e Lucas Paquetá (Flamengo), além do atacante Neymar (Santos).
Para efeito de comparação, na histórica campanha do título de 2002 na Coreia do Sul e no Japão, o recorde de convocados "caseiros" de um mesmo clube pertencia ao Corinthians, que cedeu três nomes de peso ao técnico Luiz Felipe Scolari: o goleiro Dida e os meio-campistas Vampeta e Ricardinho.
Flamengo lidera a convocação
Dentro desse resgate do protagonismo nacional, o Flamengo desponta como o grande destaque da convocação de Ancelotti. O clube carioca é o time com mais jogadores cedidos à Seleção para a disputa deste Mundial, emplacando quatro nomes na lista (Danilo, Alex Sandro, Léo Pereira e Lucas Paquetá).
O restante do elenco canarinho segue pulverizado entre os principais eixos do futebol internacional. Gigantes como o Zenit (Rússia), Arsenal (Inglaterra), Manchester United (Inglaterra) e Real Madrid (Espanha) aparecem logo atrás na lista de fornecedores, com dois convocados cada um.
Outras potências tradicionais do esporte, incluindo Liverpool, Juventus, Paris Saint-Germain, Barcelona, além de clubes da Arábia Saudita como o Al-Ahli e o Al-Ittihad, contam com um representante cada na listagem final que tentará trazer a sexta estrela para o Brasil.