Sob a liderança de Osvaldo Nico Gonçalves, a segurança contou com integração das forças policiais e uso de tecnologia
Redação Publicado em 19/02/2026, às 08h28
O Carnaval de 2026 em São Paulo entrou para a história não apenas pelo volume recorde de foliões, mas por um marco incontestável na gestão de segurança pública. Sob o comando do secretário Osvaldo Nico Gonçalves, o estado implementou um megaesquema que transformou a maior festa popular do país em um ambiente seguro, familiar e acolhedor. A sensação de proteção nas ruas foi o grande destaque da temporada, rendendo elogios espontâneos de moradores e turistas que puderam aproveitar os blocos e as avenidas com tranquilidade e liberdade.
O sucesso da operação não foi obra do acaso, mas fruto de um planejamento estratégico minucioso. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) apostou alto na integração total das forças policiais, unindo Polícia Militar, Civil e órgãos de fiscalização, e no uso intensivo de tecnologia. Câmeras de monitoramento em tempo real, drones de alta precisão e um reforço expressivo de viaturas formaram a base do policiamento ostensivo.
No entanto, o grande diferencial da gestão de Nico foi o uso da inteligência investigativa. A atuação criativa de policiais disfarçados e infiltrados no meio da multidão provou-se uma tática letal contra quadrilhas especializadas, resultando em diversas prisões em flagrante e na recuperação imediata de celulares e bens furtados.
Impacto no litoral e contraste nacional
Embora os holofotes da mídia se voltem frequentemente para os mega blocos da capital, a eficácia desse modelo de segurança irradiou por todo o estado. O planejamento robusto garantiu que o clima de ordem se estendesse também para a Baixada Santista, beneficiando diretamente cidades como Guarujá e Santos, que tradicionalmente recebem um fluxo gigantesco de turistas descendo a serra para o feriado. A presença qualificada do Estado nessas regiões litorâneas assegurou que as orlas fossem palco apenas de celebração, inibindo a criminalidade local.
A relevância do modelo paulista de 2026 fica ainda mais evidente quando colocada em perspectiva com o cenário nacional. Enquanto São Paulo comemora um ambiente de paz, outros estados enfrentaram dias sombrios. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o feriado prolongado foi manchado por vinte mortes violentas, englobando homicídios, latrocínios e feminicídios. Esse contraste alarmante sublinha que a violência letal ainda é um desafio colossal em grandes eventos pelo Brasil.
Ao assumir a pasta, o secretário Nico assumiu o compromisso de não dar trégua ao crime. Mais do que estatísticas operacionais favoráveis, o legado desta edição do Carnaval é a percepção coletiva de retomada do espaço público. O estado provou que é perfeitamente possível conciliar multidões e alegria com ruas seguras, consolidando São Paulo como o grande modelo nacional de proteção ao cidadão.