Biólogo destaca que a conquista da licença foi desafiadora, mas agora o zoológico pode oferecer melhores cuidados e experiências ao público

Gabriella Souza Publicado em 12/01/2026, às 08h28
Depois de quase duas décadas de ajustes e muita espera, o Parque Ecológico de Mongaguá finalmente conseguiu o título oficial de Jardim Zoológico. A mudança é um marco para a cidade, já que o local levou 18 anos para se adaptar a todas as normas técnicas e ambientais exigidas. Agora, o espaço deixa de ser apenas um abrigo comum e entra para um grupo especial de instituições que podem participar de projetos de conservação e trocar animais com outros centros.
Novos moradores e mais fofura
Com a nova fase, o zoológico já começou a ganhar reforços. Só na última semana, o local recebeu três pavões, seis marrecos e um casal de faisões dourados, que já estão se adaptando à nova casa. E não para por aí: a expectativa é que, em até duas semanas, novos moradores como macacos-prego e tucanos-toco também cheguem para movimentar ainda mais o parque.
Segundo o biólogo Daniel Bortone, que cuida do local, conseguir essa licença foi uma verdadeira maratona. Ele explicou que a equipe enfrentou muita burocracia e ainda teve que lidar com a mudança do órgão que fiscaliza esses espaços, que antes era o Ibama e agora é a Secretaria de Meio Ambiente do Estado.
Para Bortone, o esforço valeu a pena. Ele destaca que, na região, apenas o Zoológico do Bargieri, em Itanhaém, e o Orquidário de Santos têm essa permissão. "Agora fazemos parte de um grupo restrito de lugares que podem ajudar de verdade os animais que não conseguem mais voltar para a natureza. Vamos poder cuidar melhor dos espaços e oferecer uma visitação muito mais legal para o público", comemorou o especialista.
Como visitar
Quem quiser conferir as novidades de perto pode ir até a Avenida Governador Mário Covas Júnior, nº 10.410, no bairro Agenor de Campos. O parque abre de terça a domingo, das 9h às 17h, mas vale ficar atento ao horário da bilheteria, que fecha as vendas às 16h.
O ingresso custa R$ 10,00. Crianças de até 7 anos e pessoas com deficiência não pagam nada. Já os idosos e estudantes têm direito a pagar meia-entrada, bastando apresentar o documento na hora da compra. É uma ótima opção de passeio para quem quer ter um contato maior com a fauna local e apoiar o trabalho de preservação em Mongaguá.

Rede própria da Hapvida amplia acesso a transplantes de órgãos em São Paulo

Transplante hepático marca nova fase da Hapvida em procedimentos de alta complexidade

Exclusivo: Anderson Pomini assegura cronograma da obra do Túnel Santos-Guarujá

Subsídio do transporte municipal em Santos pode chegar a 36% com tarifa congelada

Justiça manda soltar mulher do CAC que matou marido com tiro no rosto após briga por causa de cachorro em Peruíbe

Acusado de matar homem após suposto abuso contra a filha enfrenta júri popular em Praia Grande

Filhote de tubarão é encontrado morto na praia do Jardim Real, em Praia Grande

Exclusivo: Anderson Pomini assegura cronograma da obra do Túnel Santos-Guarujá

União reconhece emergência em Mongaguá após temporais que causaram mais de R$ 9 milhões em prejuízos

Motociclista morre após queda na Anchieta e ser atingido por carreta em Cubatão