Processo apura a morte de Thalita Danielle Hoshino, atropelada na faixa de areia em Itanhaém; réu segue preso preventivamente e julgamento está previsto para abril.

Redação Publicado em 21/02/2026, às 14h49
Iniciou-se a audiência de instrução no Fórum de Peruíbe sobre a morte da ciclista Thalita Danielle Hoshino, atropelada por uma charrete em Itanhaém, gerando grande comoção na Baixada Santista.
O réu, Rudney Gomes Rodrigues, é acusado de atropelamento em alta velocidade, enquanto a defesa alega que o incidente foi acidental e que o réu prestou socorro à vítima, que não sobreviveu aos ferimentos.
O julgamento está agendado para abril de 2026, e o caso levanta questões sobre a segurança de pedestres e ciclistas em áreas de praia, além da circulação de veículos na faixa de areia.
Teve início no Fórum de Peruíbe a audiência de instrução do processo que apura a morte da ciclista Thalita Danielle Hoshino, de 38 anos. O caso ocorreu em 23 de fevereiro de 2025, na faixa de areia da praia de Itanhaém, e provocou grande comoção na Baixada Santista.
O réu, Rudney Gomes Rodrigues, de 31 anos, é acusado de atropelar a vítima com uma charrete enquanto ela pedalava ao lado de uma amiga. A audiência começou na sexta-feira (20) e será retomada na próxima segunda-feira (23). O julgamento está previsto para 13 de abril de 2026.
Durante a audiência de instrução, o juiz ouve testemunhas de acusação e defesa, além do próprio acusado. Também participam representantes do Ministério Público e advogados das partes. Nesta fase, são apresentadas provas e colhidos depoimentos que vão embasar a decisão judicial.
Segundo o processo, Thalita chegou a registrar em vídeo momentos antes do acidente. Nas imagens, ela e uma amiga aparecem pedalando pela faixa de areia quando, pouco depois, ocorreu o atropelamento na altura da Avenida Santa Cruz.
A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Irmã Dulce, onde permaneceu internada após sofrer traumatismo cranioencefálico (TCE). Dois dias depois, não resistiu aos ferimentos.
Após a morte, o delegado responsável pelo caso alterou a tipificação do inquérito de homicídio tentado para homicídio consumado. O acusado foi preso em março de 2025, em Praia Grande, e segue detido na Cadeia Pública de Peruíbe aguardando julgamento.
A acusação sustenta que a charrete estaria em alta velocidade no momento do impacto. Já a defesa afirma que o atropelamento foi acidental, negando qualquer participação em corrida na faixa de areia e alegando que o réu prestou socorro à vítima.
O caso reacende o debate sobre circulação de veículos e charretes na faixa de areia e as condições de segurança para pedestres e ciclistas nas praias da região.
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