Caso ocorreu em 27 de abril, em Registro; vítima afirma ter sido seguida por motorista e diz viver sob medo após o episódio

Redação Publicado em 02/05/2026, às 20h55
Uma mulher de 34 anos denunciou à polícia ter sido vítima de importunação sexual em Registro, após um incidente em que um motorista praticou atos obscenos enquanto ela caminhava com seu filho. O caso, ocorrido em 27 de abril, está sendo investigado pela Polícia Civil.
A vítima, que estava a caminho da creche após deixar o filho, tentou registrar a situação com seu celular, mas a gravação não captou detalhes suficientes do veículo para identificação. Ela também buscou imagens de câmeras de segurança, mas apenas obteve uma foto do carro em movimento.
Após registrar o boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher, a mulher relatou impactos emocionais significativos, como medo e crises de ansiedade, e tem evitado sair sozinha. A investigação continua sem manifestação da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo até o momento.
Uma mulher de 34 anos procurou a polícia após relatar ter sido alvo de importunação sexual enquanto caminhava por uma rua do bairro Jardim Xangrilá, em Registro. O caso ocorreu no dia 27 de abril e está sob investigação da Polícia Civil.
Segundo o depoimento, a vítima havia deixado o filho na creche e seguia a pé após estacionar o carro da família em uma oficina. Durante o trajeto, um veículo se aproximou lentamente. Inicialmente, ela acreditou que o motorista pediria informações, mas percebeu que ele estava praticando atos obscenos dentro do carro.
Assustada, a mulher acelerou o passo e tentou registrar a situação com o celular. De acordo com o relato, o suspeito ainda tentou se aproximar novamente, mas deixou o local ao notar que estava sendo filmado. A gravação feita pela vítima, no entanto, captou apenas o momento em que o veículo já se afastava.
Sem conseguir identificar a placa, a mulher buscou imagens de câmeras de segurança da região. Um dos equipamentos registrou apenas uma foto do carro em movimento, sem detalhes suficientes para a identificação do motorista.
O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) alguns dias após o episódio. A vítima afirmou que, desde então, tem evitado sair sozinha e relata impactos emocionais, como medo constante, dificuldade para dormir e crises de ansiedade.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo não havia se manifestado até a última atualização. A investigação segue em andamento para identificar o suspeito e esclarecer os fatos.
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