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Sem caráter competitivo, São Vicente realiza IV Festival de Danças neste sábado

Evento sem fins competitivos ocorre neste sábado (4) no Ginásio do Regatas Tumiarú, no Centro

Clube Tumiarú recebe IV Festival de Danças de São Vicente com foco em inclusão e arte - Imagem: Divulgação
Clube Tumiarú recebe IV Festival de Danças de São Vicente com foco em inclusão e arte - Imagem: Divulgação

Redação Publicado em 03/07/2026, às 09h43


O movimento cultural e a expressão artística ganharão os holofotes no litoral paulista neste fim de semana. Celebrando a célebre frase da dançarina Martha Graham de que "a dança é a linguagem escondida da alma", São Vicente promoverá a quarta edição do seu Festival de Danças neste sábado (4). As apresentações artísticas ocorrerão no Ginásio do Clube de Regatas Tumiarú, localizado na Praça Coronel Lopes, 167, no Centro da cidade.

Diferente de mostras tradicionais do circuito, o festival vicentino não possui caráter competitivo. O grande foco da Secretaria de Cultura é oferecer uma vitrine e um espaço alternativo para que escolas, academias, companhias profissionais, grupos regionais e bailarinos independentes possam divulgar seus trabalhos, trocar experiências técnicas e fortalecer o networking entre os profissionais da área.

Inclusão, categorias e diversidade de modalidades

O palco do Clube Tumiarú foi estruturado para abraçar uma ampla diversidade de estilos coreográficos e faixas etárias, divididas entre as categorias Infantil, Juvenil, Adulto e Melhor Idade.

O público que comparecer ao ginásio poderá acompanhar performances das seguintes modalidades:

  • Ballet clássico e neoclássico;
  • Dança contemporânea e moderna;
  • Jazz e sapateado;
  • Danças urbanas (Street Dance);
  • Danças populares brasileiras e internacionais;
  • Dança em cadeira de rodas (focando na acessibilidade e inclusão artística);
  • Estilo livre.

Para o secretário de Cultura de São Vicente, Alexandre Rodrigues, o festival cumpre um papel político e social de reafirmar o compromisso do município com o fortalecimento e o fomento dos fazedores de cultura locais. Segundo o chefe da pasta, o encontro atua tanto como um catalisador para revelar novos talentos quanto como uma ferramenta de democratização do acesso à arte, aproximando a população em geral de diferentes repertórios e corpos coreográficos em uma grande celebração à inclusão e à criatividade da Primeira Cidade do Brasil.