Polícia Civil trata caso como homicídio e busca evidências e testemunhas para identificar autores do crime

Redação Publicado em 11/02/2026, às 09h25
Um crime com características brutais de execução chocou os moradores do bairro Pae Cará, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, na tarde desta segunda-feira (9). O corpo de um homem, ainda não identificado pelas autoridades, foi encontrado jogado dentro de um córrego que corta a região, apresentando sinais claros de violência extrema.
A descoberta macabra aconteceu na altura da Rua Brigadeiro Eduardo Gomes. Policiais militares foram acionados via COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) para atender a uma ocorrência de encontro de cadáver. Ao chegarem ao local e isolarem a área, os agentes confirmaram a gravidade da situação: a vítima estava com uma sacola plástica amarrada na cabeça, um indício que, na linguagem policial, muitas vezes aponta para tortura ou asfixia mecânica antes do óbito.
Marcas de violência
Além da sacola plástica, que dificultava a identificação imediata do rosto da vítima, os policiais constataram que o homem apresentava um ferimento contundente na cabeça. A natureza exata da lesão, se causada por disparo de arma de fogo ou objeto perfurocortante, será determinada apenas pelos exames necroscópicos no Instituto Médico Legal (IML).
Devido às circunstâncias do crime, a Polícia Civil tratou o caso com prioridade máxima. Equipes da perícia técnica foram acionadas para coletar evidências na cena do descarte do corpo. A investigação ficará a cargo da 3ª Delegacia de Investigações Sobre Homicídios do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de Santos, unidade especializada em crimes complexos e de autoria desconhecida.
O caso foi registrado oficialmente como homicídio na Delegacia de Polícia do Guarujá. Agora, os investigadores realizam diligências na região em busca de câmeras de monitoramento ou testemunhas que possam ter visto a movimentação dos criminosos no momento em que o corpo foi desovado no canal. A prioridade inicial é identificar a vítima para, a partir de seus antecedentes e círculo social, chegar aos autores desse crime bárbaro.
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