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Polícia Ambiental fecha rancho de caça ilegal e prende homem em Praia Grande

Suspeito apresentou versões contraditórias sobre arma calibre .32 encontrada escondida no local

Ação faz parte de ofensiva para coibir crimes contra a fauna em áreas de preservação - Imagem: Reprodução / Polícia Ambiental
Ação faz parte de ofensiva para coibir crimes contra a fauna em áreas de preservação - Imagem: Reprodução / Polícia Ambiental

Redação Publicado em 15/05/2026, às 08h31


A Polícia Militar Ambiental desarticulou, na última segunda-feira (11), um ponto de apoio à caça ilegal escondido na região do Paratinga, em Praia Grande. A operação, que contou com o apoio da Fundação Florestal, terminou com a prisão de um homem em flagrante e a apreensão de armamento dentro de uma área de mata preservada.

Para chegar ao local, as equipes precisaram percorrer trilhas de difícil acesso em meio à vegetação densa. Durante a varredura, os agentes encontraram um rancho de madeira que servia de base para os caçadores. No entorno da estrutura, o cenário confirmava o crime ambiental: diversas armadilhas já estavam montadas e prontas para capturar animais silvestres da fauna local.

Arsenal escondido

Ao revistarem o interior do rancho, os policiais localizaram uma espingarda calibre .32. Quando questionado pelos agentes sobre o que fazia ali e por que escondia aquela arma, o homem se enrolou nas explicações e apresentou versões contraditórias, não conseguindo justificar a posse do armamento nem as armadilhas espalhadas pela mata.

Diante do flagrante, o suspeito foi detido e levado para a Delegacia de Praia Grande. Além de responder pelo porte ilegal de arma de fogo, ele deve enfrentar sanções por crime contra a fauna. As armadilhas foram destruídas e a arma apreendida pela perícia.

Foco na preservação

A região do Paratinga é monitorada constantemente por ser uma área de rica biodiversidade. A Polícia Ambiental reforça que incursões como esta são fundamentais para inibir a caça predatória, que desequilibra o ecossistema da região. As equipes seguem realizando patrulhamentos em trilhas estratégicas para identificar outros possíveis ranchos ou esconderijos de caçadores na Baixada Santista.