Guarujá

Polícia Civil apreende joias, relógios e materiais de pesagem em operação contra receptação em Guarujá

Ação da 1ª DIG realizada na quinta-feira (17) recolheu mais de 230 gramas em joias, relógios e reagentes químicos em estabelecimento

Foto:Divulgação/1º DIG de Santos
Foto:Divulgação/1º DIG de Santos

Redação Publicado em 18/09/2026, às 08h23


A Polícia Civil, através da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, realizou uma operação na última quinta-feira (17) que culminou na apreensão de dezenas de joias, relógios, balanças de precisão e reagentes químicos em um estabelecimento comercial localizado em Guarujá.

A intervenção policial faz parte de um desdobramento investigativo da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) do Deinter 6, cujo foco principal é desarticular o esquema clandestino de receptação e escoamento ilegal de metais preciosos e bens subtraídos na região da Baixada Santista. O objetivo da corporação é atingir tanto os criminosos que realizam abordagens violentas e furtos nas ruas e na orla quanto os receptadores que alimentam esse mercado paralelo.

Material Apreendido e Desdobramentos

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão expedido pela Vara das Garantias, os agentes recolheram no endereço comercial:

  • 230,6 gramas de joias, totalizando 62 peças (entre anéis, cordões, pulseiras e brincos);
    Quatro relógios e duas engrenagens;
  • Três frascos de reagentes químicos, balança digital, medidores de anéis e instrumentos para identificação de metais;
  • Documentos contábeis, como cadernos de anotações, recibos e ordens de serviço;
    Aparelhos eletrônicos, incluindo um iPhone 8;
  • Valores em dinheiro (R$ 610,00, US$ 9,00, € 7,00) e duas cártulas de cheque.

Uma extensão da ordem judicial também foi cumprida em uma residência ligada ao investigado na mesma cidade, embora nada de ilícito tenha sido localizado no imóvel. Todo o material apreendido foi encaminhado sob rigoroso protocolo de custódia para a sede da 1ª DIG de Santos. O suspeito compareceu à delegacia acompanhado por um advogado e optou por exercer o direito de permanecer em silêncio, declarando que prestará esclarecimentos apenas perante a Justiça.