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Polícia Civil prende homem em Santos por tentativa de latrocínio com barra de ferro

Vítima permaneceu cinco dias internada na Santa Casa; agressor alegou legítima defesa em depoimento; crime ocorreu na Ponta da Praia

Um homem de 32 anos foi detido após atacar transeunte com barra de ferro para roubar celular - Imagem: Divulgação
Um homem de 32 anos foi detido após atacar transeunte com barra de ferro para roubar celular - Imagem: Divulgação

Redação Publicado em 29/07/2026, às 11h15


Um homem de 32 anos foi preso pela Polícia Civil em Santos sob a acusação de tentar matar um transeunte com golpes de barra de ferro para subtrair seu aparelho celular. O crime, registrado como tentativa de latrocínio, roubo seguido de morte, ocorreu na Praça Almirante Gago Coutinho, localizada no bairro Ponta da Praia. O suspeito foi localizado e detido pelas equipes policiais na última terça-feira (28), após ser devidamente identificado pelas imagens de segurança do sistema de monitoramento municipal.

As câmeras da Prefeitura de Santos registraram toda a dinâmica da agressão física. As imagens mostram o momento em que o agressor desfere repetidos golpes contra a vítima utilizando a barra de ferro, mantendo o ataque até que a pessoa caísse desacordada na via pública.

Com o homem indefeso no chão, o criminoso subtraiu o telefone celular e fugiu do local. A captura do indivíduo foi viabilizada pelo cruzamento de dados das câmeras com o patrulhamento de agentes no município.

Internação da vítima e alegação de legítima defesa

A vítima da agressão recebeu os primeiros socorros de emergência e foi encaminhada inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Leste. Devido à gravidade dos ferimentos provocados pelos golpes na cabeça e pelo corpo, o paciente precisou ser transferido para a Santa Casa de Misericórdia de Santos, onde permaneceu internado sob cuidados médicos intensivos durante cinco dias antes de receber alta hospitalar.

Após a abordagem policial e a efetivação do mandado de prisão, o acusado, que não teve o nome divulgado pelas autoridades, alegou aos investigadores que teria agido em legítima defesa durante um desentendimento. A versão foi confrontada com os registros em vídeo obtidos pelas forças de segurança. O caso foi registrado e segue em apuração no 3º Distrito Policial de Santos, que conduz o inquérito para esclarecer os detalhes do crime e mantê-lo à disposição da Justiça.


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