Ação policial em Iguape revela funcionamento de máquinas caça-níqueis em bar, após denúncia de moradores da região.

Otávio Alonso Publicado em 13/03/2026, às 23h44
Uma operação da Polícia Militar em Iguape, São Paulo, resultou na identificação de jogos de azar em um bar, onde foram encontradas sete máquinas caça-níqueis em funcionamento. O flagrante ocorreu após uma denúncia e levou à condução do proprietário à delegacia por reincidência na prática ilegal.
Uma ação da Polícia Militar identificou a exploração de jogos de azar dentro de um bar em Iguape, no litoral de São Paulo. O flagrante ocorreu no dia 4, na rua Tenente Coronel Jeremias Muniz, no bairro Vila Garcez, após denúncia sobre o funcionamento de máquinas caça-níqueis no local. A equipe policial entrou no estabelecimento com autorização do proprietário e encontrou os equipamentos ligados em um espaço reservado nos fundos do bar.
De acordo com a Polícia Militar, o bar estava aberto e funcionando normalmente quando os agentes chegaram. Após serem informados sobre a denúncia, os policiais receberam autorização do dono do estabelecimento para realizar a vistoria no local.
Durante a inspeção, o próprio proprietário indicou uma porta nos fundos que levava a um ambiente separado. No espaço, os policiais localizaram sete máquinas eletrônicas do tipo caça-níqueis, todas ligadas e prontas para uso.
No momento da abordagem, uma mulher utilizava uma das máquinas. Segundo os policiais, ela relatou que havia colocado R$ 40 no equipamento e afirmou que continuava jogando sem saber que a prática configura contravenção penal.
O dono do bar declarou aos agentes que os equipamentos pertenciam a outro homem. Ele informou ainda que as máquinas estavam instaladas no local havia cerca de três meses, mas disse não ter outros dados sobre o responsável pelos aparelhos.
Encaminhamento do caso
As informações foram encaminhadas ao Distrito Policial de Iguape. O delegado de plantão solicitou a realização de perícia técnico científica nas máquinas encontradas no estabelecimento.
Diante da constatação da prática de jogo de azar e do fato de o proprietário já possuir reincidência nesse tipo de infração, ele foi conduzido à delegacia. A condução ocorreu sem uso de algemas, já que não houve resistência nem risco à equipe policial ou a terceiros.
A mulher que utilizava a máquina também foi levada para prestar esclarecimentos.
Na delegacia, o caso foi registrado como contravenção penal por exploração de jogo de azar. Após serem ouvidas, as partes foram liberadas.
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