Ocorrência

Empresário é preso após sair de hipermercado com 4,3 kg de salmão sem pagar em Guarujá

Dono de restaurante japonês confessou o furto, avaliado em R$ 298,75, e foi liberado após o pagamento de fiança de R$ 1,6 mil

Empresário foi preso após ser abordado com 4,3 kg de salmão furtados de hipermercado em Guarujá - Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Redação Publicado em 16/07/2026, às 16h15

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Um empresário de 32 anos foi preso em flagrante após ser abordado com 4,3 quilos de salmão furtados de um hipermercado em Guarujá, no litoral de São Paulo. O caso aconteceu no sábado (11), no estabelecimento localizado na Avenida Dom Pedro I. Nickolas da Cal Prado, apontado como dono de um restaurante de comida japonesa na cidade, admitiu aos agentes que havia saído do local sem pagar parte dos produtos.

A ocorrência foi atendida por guardas civis municipais após o homem ser detido por um vigilante no estacionamento externo do hipermercado. De acordo com o relato de um funcionário aos agentes, a gerência e o setor de peixaria já haviam percebido comportamentos suspeitos atribuídos ao empresário em outras ocasiões, mas não conseguiram abordá-lo.

Desta vez, a equipe do caixa teria identificado que Nickolas deixava o estabelecimento após pagar apenas por um dos dois pacotes de salmão que levava. O vigilante realizou a abordagem e acionou a Guarda Civil Municipal.

Segundo o registro da ocorrência, o empresário confessou ter passado pelo caixa com dois pacotes e reconheceu a intenção de furtar os 4,3 kg de peixe. O produto foi avaliado em R$ 298,75. Aos guardas, ele teria afirmado estar arrependido.

Após a prisão, Nickolas foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Enseada para a realização de exames cautelares. Conforme informado pela Prefeitura de Guarujá, não foram constatadas lesões. Na sequência, ele foi levado à Delegacia Sede do município.

Liberação mediante fiança

A autoridade policial arbitrou fiança de R$ 1,6 mil e liberou o empresário. A decisão considerou a pena máxima prevista para a infração, que não ultrapassa quatro anos.

O empresário não se manifestou sobre o caso até a última atualização desta reportagem.

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