Economia

Alckmin visita indústria química em Cubatão e destaca avanço tecnológico no setor

Unidade da Unipar Carbocloro recebeu mais de R$ 1 bilhão em investimentos e ampliou capacidade com foco em sustentabilidade

Geraldo Alckmin visita unidade da Unipar Carbocloro, em Cubatão, após modernização bilionária da planta industrial - Imagem: Cadu Gomes/Vice-Presidência da República
Geraldo Alckmin visita unidade da Unipar Carbocloro, em Cubatão, após modernização bilionária da planta industrial - Imagem: Cadu Gomes/Vice-Presidência da República

Redação Publicado em 20/04/2026, às 19h53


O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, visitou a Unipar Carbocloro em Cubatão, onde destacou a modernização da planta industrial, que recebeu mais de R$ 1 bilhão em investimentos e se tornou a maior produtora de cloro com tecnologia de membrana na América do Sul.

A nova tecnologia implementada promete reduzir significativamente as emissões de carbono e o consumo de energia, com parte do financiamento proveniente do BNDES, focado em transição energética e indústrias de baixo carbono.

Alckmin também abordou propostas de revisão da jornada de trabalho e medidas de estímulo ao setor químico, enfatizando a importância de políticas públicas para o crescimento econômico e geração de empregos.

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, visitou nesta segunda-feira (20) as instalações da Unipar Carbocloro, em Cubatão, no litoral paulista. A agenda incluiu reuniões com representantes da empresa e uma vistoria nas áreas modernizadas da planta industrial.

A unidade passou por um processo de atualização tecnológica concluído no fim de 2025, com investimento superior a R$ 1 bilhão. Com as mudanças, a empresa passou a operar com tecnologia de membrana, considerada mais eficiente e menos poluente, consolidando-se como a maior produtora de cloro desse tipo na América do Sul.

Durante a visita, Alckmin destacou a importância da modernização da indústria química brasileira para o aumento da competitividade e sustentabilidade do setor. Segundo ele, iniciativas como essa fortalecem a cadeia produtiva e ampliam a capacidade de produção com menor impacto ambiental.

Dados apresentados indicam que a adoção da nova tecnologia permitirá redução significativa nas emissões de carbono, além de diminuir o consumo de energia. Parte dos investimentos contou com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de linhas voltadas à transição energética e à chamada indústria de baixo carbono.

Além da agenda industrial, o presidente em exercício comentou propostas em discussão no cenário nacional, como a revisão da jornada de trabalho. Ele afirmou que o tema deve ser debatido pelo Congresso, considerando as transformações tecnológicas e seus impactos no mercado.

Alckmin também mencionou medidas de estímulo ao setor químico, como incentivos fiscais e programas voltados à expansão industrial. Segundo ele, políticas públicas voltadas à indústria são estratégicas para o crescimento econômico e a geração de empregos.