O ataque ocorreu na madrugada de quarta-feira, 19, dentro da residência da família, no Macuco. A Polícia Militar foi acionada por volta das 2h e encontrou a mãe, de 42 anos, ferida por golpes de faca; o filho recebeu alta hospitalar na tarde de quinta-feira, 20.

Ana Beatriz Publicado em 23/08/2026, às 10h32
Um adolescente de 14 anos recebeu alta após ser esfaqueado pelo pai ao tentar defender a mãe, que continua internada em estado grave após o ataque em Santos. O incidente ocorreu durante a madrugada de quarta-feira, quando a polícia foi chamada após um pedido de socorro.
A mãe foi encontrada com ferimentos severos e o filho também foi atingido ao tentar intervir. O caso se enquadra na Lei Maria da Penha, que protege mulheres em situações de violência doméstica.
Não há informações sobre a prisão do pai ou sobre medidas protetivas solicitadas em favor da mulher. Denúncias de violência doméstica podem ser feitas a qualquer momento através de canais de atendimento disponíveis.
O adolescente de 14 anos esfaqueado pelo próprio pai ao tentar defender a mãe recebeu alta da Santa Casa de Santos na tarde de quinta-feira, 20 de agosto. A mãe do garoto, de 42 anos, permanece internada na enfermaria da mesma unidade.
O ataque ocorreu na madrugada de quarta-feira, 19, dentro da casa da família, no bairro Macuco, em Santos. Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados por volta das 2h após um pedido de socorro.
No endereço, a equipe encontrou a mulher com ferimentos provocados por golpes de faca. Ela havia perdido muito sangue, estava debilitada e apresentava dificuldade para falar. O filho tentou intervir durante a agressão e também foi atingido pelo pai.
Agressões praticadas no ambiente doméstico e familiar contra a mulher são tratadas pela Lei 11.340/2006, a Lei Maria da Penha, que prevê medidas protetivas de urgência como o afastamento do agressor do lar e a proibição de contato com a vítima.
As informações divulgadas até agora não esclarecem se o pai foi preso, se houve pedido de medida protetiva em favor da mulher nem em que fase está o inquérito.
Denúncias de violência doméstica podem ser feitas 24 horas por dia, gratuitamente:
O registro presencial pode ser feito na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Santos ou em qualquer distrito policial. Também é possível registrar boletim de ocorrência pela Delegacia Eletrônica da Polícia Civil de São Paulo, no endereço delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br.
A medida protetiva de urgência pode ser solicitada no momento do registro da ocorrência, sem necessidade de advogado. Pela Lei Maria da Penha, o pedido deve ser apreciado pela Justiça em até 48 horas.

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