Veículo irregular foi flagrado e dono deve regularizar situação na Prefeitura

Redação Publicado em 21/01/2026, às 10h54
Uma operação da Prefeitura de Mongaguá, realizada na manhã desta segunda-feira (19), colocou um freio na comercialização ilegal de alimentos no bairro Agenor de Campos. A equipe de fiscalização chegou ao local após receber uma denúncia e encontrou um carro vendendo frutas de forma irregular. Além de não possuir o alvará necessário para trabalhar na cidade, o responsável pelo veículo não apresentou nenhum documento que comprovasse a origem dos produtos.
Alimentos doados e regras para liberação
Como as frutas estragam rápido, todos os itens apreendidos foram entregues ao Fundo Social de Solidariedade do município. O veículo, que tinha placas de Brodowski, no interior paulista, precisou sair do local imediatamente. O dono foi avisado que deve ir até a sede da Prefeitura para acertar a situação, pagar as multas e taxas geradas pela infração se quiser continuar trabalhando legalmente.
De acordo com Wagner Fidelis, que atua na fiscalização municipal, o objetivo principal dessas rondas é garantir que todos os vendedores joguem conforme as regras. Ele explicou que a ideia não é apenas tirar a mercadoria das pessoas, mas sim proteger quem trabalha de forma correta. "Queremos defender os comerciantes de Mongaguá que pagam seus impostos em dia e seguem as normas de trabalho", destacou o fiscal.
Varredura nas praias
O trabalho das equipes de segurança e fiscalização começou ainda no final de semana, entre os dias 17 e 18. Durante o sábado e o domingo, diversos carrinhos que estavam nas praias sem autorização também foram recolhidos. No caso de produtos que não estragam, os objetos foram levados para o pátio da Prefeitura e só podem ser retirados pelos donos após o pagamento das taxas.
Vale lembrar que esses itens apreendidos não podem voltar a ser vendidos nas ruas, já que a administração municipal não está liberando novas licenças para ambulantes nesta temporada. A prefeitura reforça que o foco é manter o comércio organizado e justo para todos os envolvidos, evitando a concorrência desleal com quem está devidamente cadastrado.
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