Responsável pelo estabelecimento foi presa em flagrante após fiscalização apontar ligação clandestina de energia mantida desde 2018 e comercialização de produtos sem comprovação de origem

Redação Publicado em 09/07/2026, às 18h40
Uma operação da Polícia Civil prendeu a proprietária de uma adega em Bertioga por operar com energia elétrica clandestina e vender bebidas e cigarros sem comprovação de procedência. A ação foi desencadeada após denúncias e resultou na apreensão de produtos irregulares.
A fiscalização revelou que a adega estava sem fornecimento regular de energia desde 2018, utilizando uma ligação direta à rede pública, caracterizando furto de energia. Foram apreendidos 94 litros de uísque, nove litros de vodca e 222 maços de cigarros sem selo fiscal.
A proprietária foi autuada por furto qualificado e contrabando, e a Polícia Científica realizará perícia na ligação clandestina. Investigações adicionais buscam esclarecer a possível participação do marido da proprietária nas irregularidades.
Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão em flagrante da proprietária de uma adega, de 38 anos, durante uma fiscalização realizada no bairro Vicente de Carvalho II, em Bertioga, no litoral de São Paulo. A ação ocorreu na terça-feira (7) e revelou, segundo as autoridades, o funcionamento do comércio por meio de uma ligação clandestina de energia elétrica, além da venda de bebidas alcoólicas e cigarros sem comprovação de procedência.
A operação contou com o apoio da concessionária Neoenergia Elektro e teve início após denúncias indicando possíveis irregularidades no estabelecimento, incluindo a comercialização de bebidas supostamente falsificadas e produtos de origem estrangeira sem documentação fiscal.
Durante a inspeção, técnicos constataram que o imóvel estava sem fornecimento regular de energia elétrica desde 2018. Apesar disso, a adega permanecia em funcionamento por meio de uma ligação direta à rede pública, caracterizando, segundo a investigação, furto de energia.
Além da fraude no abastecimento elétrico, os policiais apreenderam 94 litros de uísque de diferentes marcas, nove litros de vodca e 222 maços de cigarros sem selo fiscal expostos para venda. Conforme a Polícia Civil, a responsável pelo estabelecimento não apresentou notas fiscais ou outros documentos que comprovassem a origem dos produtos.
Após a fiscalização, a mulher foi conduzida à delegacia e autuada em flagrante pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e contrabando. A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia técnica na ligação clandestina e produzir os laudos que irão integrar o inquérito.
As investigações também buscam esclarecer a possível participação do marido da proprietária, de 34 anos. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que ele atuava na administração da adega e tinha conhecimento das irregularidades constatadas durante a operação.
O caso segue sob investigação para apurar a extensão das práticas ilícitas e a eventual responsabilização de outros envolvidos.
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