Policiais receberam denúncia sobre carro com características suspeitas e confirmaram furto durante abordagem
Redação Publicado em 03/02/2026, às 09h44
Quem vê um carro circulando normalmente pelas ruas nem sempre imagina que aquele veículo pode ter um histórico criminoso por trás. Foi exatamente o que aconteceu neste domingo (1º) em Itanhaém, quando a atenção de uma equipe especializada da Polícia Militar tirou de circulação um automóvel que havia sido levado de seu verdadeiro dono. A ação foi liderada pelos agentes da Força Tática do 29º Batalhão do Interior, que realizavam um patrulhamento preventivo para garantir a segurança no bairro Jardim Oásis.
A ocorrência teve início quando os policiais receberam uma informação crucial. Uma denúncia apontava que um GM Vectra, com características específicas, estaria rodando pela região, mas constava no sistema como produto de furto. Com os dados em mãos, a equipe intensificou a vigilância pelas vias do bairro até avistar o carro suspeito.
Nada de errado, só que não
A abordagem seguiu o protocolo padrão de segurança. Os policiais deram a ordem de parada e realizaram a revista pessoal no motorista, além de uma busca minuciosa no interior do automóvel. Nesse primeiro momento, a situação parecia tranquila: o homem não carregava armas, não havia drogas escondidas no porta-luvas e nenhum outro material ilícito foi encontrado.
No entanto, o problema não estava no que o motorista carregava, mas sim no que ele dirigia. Ao consultarem os dados do veículo via rádio com o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar), a verdade apareceu. A pesquisa confirmou que aquele Vectra tinha uma queixa de furto ativa. Ou seja, o carro em si era a prova do crime.
Desfecho na delegacia
Diante da confirmação do sistema, a "liberdade" do condutor chegou ao fim ali mesmo. Ele ecebeu voz de prisão e foi levado, junto com o carro recuperado, para o Distrito Policial da cidade.
Esse tipo de situação geralmente é enquadrada como receptação, que é quando alguém adquire, recebe ou oculta um produto que sabe (ou deveria saber) ser fruto de crime. Na delegacia, a ocorrência foi registrada oficialmente pela autoridade de plantão. O veículo ficou apreendido para ser devolvido ao proprietário legal, e o homem permaneceu detido, ficando à disposição da Justiça para explicar como aquele carro foi parar nas suas mãos.