Visitantes tentaram burlar a segurança no sábado, mas acabaram flagradas pelo escâner corporal das unidades prisionais

Redação Publicado em 10/03/2026, às 08h26
O esquema de segurança montado para a entrada de familiares nos presídios de São Vicente funcionou com precisão no último sábado (7). Duas mulheres acabaram sendo impedidas de realizar as visitas após serem flagradas tentando entrar com substâncias proibidas. Os casos ocorreram em unidades diferentes do Complexo Penal e mostraram a eficiência dos novos equipamentos de tecnologia usados pelos agentes.
No primeiro flagrante, que aconteceu na Penitenciária 2, uma mulher de 35 anos que pretendia visitar o companheiro foi barrada logo no início da revista. Ao passar pelo escâner corporal, o aparelho mostrou imagens suspeitas em seu corpo. Mesmo com a evidência tecnológica, ela insistiu que não carregava nada de errado.
A situação se complicou quando ela se recusou a passar por exames médicos em um pronto-socorro para provar sua inocência, o que resultou na suspensão imediata de seu direito de visita.
Apreensão de drogas e prisão
Ainda no mesmo dia, uma jovem de 22 anos passou por uma situação parecida na Penitenciária 1 de São Vicente. Diferente do primeiro caso, ao ser confrontada com as imagens alteradas do escâner, ela confessou que estava escondendo drogas em suas partes íntimas. Voluntariamente, a visitante entregou um pacote que continha cerca de 118 gramas de maconha, que seria entregue ao seu marido dentro da unidade.
Após o flagrante, a mulher foi detida e levada pelas equipes para o 1º Distrito Policial da cidade. Lá, a autoridade policial registrou a ocorrência e tomou as medidas legais necessárias contra a jovem. Além de responder criminalmente pelo ato, ela também perdeu o direito de entrar em qualquer unidade prisional controlada pelo estado, tendo seu nome retirado da lista de visitantes autorizados.
Rigor na fiscalização
Essas ações fazem parte de um esforço contínuo da Polícia Penal para evitar que materiais ilícitos, como drogas e celulares, cheguem aos detentos. O uso do escâner corporal tem sido a principal ferramenta para identificar tentativas de entrada de objetos camuflados, muitas vezes de forma arriscada para a própria saúde dos visitantes.
As autoridades reforçam que as regras de segurança são rígidas e que qualquer tentativa de burlar a fiscalização resulta em punições graves tanto para quem tenta entrar quanto para o preso que receberia o material. A Secretaria da Administração Penitenciária mantém o monitoramento constante em todos os dias de visita para garantir a ordem dentro das penitenciárias da região.
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