A prisão do agressor foi confirmada por crimes de violência doméstica, lesão corporal e ameaça

Redação Publicado em 12/02/2026, às 11h02
Uma cena de violência explícita e covardia foi interrompida graças à ação rápida da Guarda Civil Municipal (GCM) de São Vicente no último sábado (7). Durante um patrulhamento de rotina pelo bairro Catiapoã, uma das regiões mais movimentadas da cidade, os agentes flagraram uma mulher sendo agredida fisicamente em plena via pública. O caso chocou pela brutalidade e pelo risco envolvido: a vítima segurava a própria filha, ainda de colo, enquanto tentava se defender dos golpes.
O flagrante ocorreu na Avenida Martins Fontes, uma importante artéria viária do município. A equipe da GCM passava pelo local quando avistou a mulher pedindo socorro desesperadamente. Ao perceberem a agressão em andamento, os guardas desembarcaram da viatura e intervieram imediatamente. A ação precisa dos agentes foi fundamental para conter o indivíduo e evitar que a situação evoluísse para uma tragédia ainda maior, garantindo a integridade física da mãe e da criança.
Ameaças de morte e lesões
Após a detenção do agressor no local, a vítima, visivelmente abalada e apresentando marcas de lesão corporal, relatou aos guardas o terror que vivia. Segundo ela, além das agressões físicas sofridas naquele momento, o homem a vinha ameaçando de morte de forma constante até a chegada da viatura. O relato confirmou que o ciclo de violência já estava instalado e escalando de periculosidade.
Diante da gravidade dos fatos e das evidências físicas, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao 1º Distrito Policial de São Vicente. Na delegacia, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelos crimes de violência doméstica, lesão corporal, injúria e ameaça. Ele permaneceu detido na carceragem, à disposição da Justiça, aguardando a audiência de custódia.
Rede de proteção ativada
O caso revelou ainda que a vítima já possuía uma medida protetiva contra o autor, o que agrava a situação legal do detido pelo descumprimento de ordem judicial. Para garantir que ela não fique desamparada após o episódio traumático, a GCM acionou o protocolo de suporte especializado.
A partir de agora, a mulher e sua filha passarão a receber acompanhamento direto do grupamento Guardiã Maria da Penha. Este braço especializado da corporação atua no monitoramento de mulheres com medidas protetivas, realizando visitas periódicas e rondas preventivas para assegurar que o agressor mantenha distância e que a vítima tenha o suporte necessário para romper definitivamente o ciclo de violência.

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