Suspeitos tentaram fugir após abordagem da Supervisão DEJEM; uma das detidas ofereceu dinheiro aos agentes para evitar a prisão

Redação Publicado em 06/03/2026, às 10h07
Uma denúncia feita por um morador ajudou a Polícia Militar a tirar três pessoas de circulação na noite desta terça-feira (04), em Itanhaém. O grupo, formado por um homem e duas mulheres, foi pego vendendo drogas perto de um estacionamento no bairro Guapiranga. O caso chamou a atenção porque uma das presas tentou oferecer dinheiro aos policiais para tentar escapar da delegacia, mas acabou piorando sua situação.
Tudo começou quando os policiais faziam uma ronda comum pelo bairro e foram parados por uma pessoa. Esse denunciante contou que três suspeitos estavam comercializando entorpecentes em um ponto específico. Com as descrições em mãos, os agentes foram até lá para conferir o que estava acontecendo. Assim que a viatura apontou na rua, os três tentaram sair correndo, mas os policiais foram mais rápidos e conseguiram cercar uma das mulheres.
Flagrante e a tentativa de suborno
Com essa primeira suspeita, a equipe encontrou pacotes de cocaína e algumas notas de dinheiro. Foi nesse momento que ela tentou dar um "jeitinho" e ofereceu um pagamento para que os policiais parassem de fazer prisões ali na área. A tentativa de suborno não funcionou e ela recebeu voz de prisão na hora por corrupção ativa, além do envolvimento com o tráfico.
Mesmo com a primeira detida, a PM não parou a busca. Eles continuaram andando pela vizinhança e logo acharam o homem e a outra mulher que tinham fugido minutos antes. Na revista feita com eles e no local onde estavam, os policiais acharam o restante do material: tinha mais cocaína, pedras de crack e também maconha, além de dinheiro que claramente vinha das vendas feitas naquela noite.
Destino dos envolvidos
Depois de recolherem todo o material e prenderem o trio, os policiais levaram todo mundo para a delegacia. O delegado de plantão analisou a história e confirmou a prisão em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico (que é quando as pessoas se juntam para vender) e o crime de corrupção. Agora, os três seguem presos e estão aguardando a decisão da Justiça. Todo o entorpecente foi pesado e apreendido pela polícia como prova do crime ocorrido em Itanhaém.
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