Greve

Servidores mantêm greve e cobram reajuste maior em Praia Grande

Paralisação segue após impasse com a prefeitura; Justiça determinou funcionamento mínimo de 70% dos serviços

Servidores municipais realizam manifestação durante greve por reajuste salarial em Praia Grande - Imagem: Reprodução / Tv Tribuna
Servidores municipais realizam manifestação durante greve por reajuste salarial em Praia Grande - Imagem: Reprodução / Tv Tribuna

Redação Publicado em 22/04/2026, às 15h39


Servidores públicos de Praia Grande estão em greve, exigindo melhores salários e aumento no vale-alimentação após negociações infrutíferas com a prefeitura. A mobilização inclui atos públicos e reivindicações de reajuste de 6,5% nos salários e melhorias nas condições de trabalho.

A proposta da administração municipal oferece um reajuste de 4,5% e uma correção de 5% no vale-alimentação, considerados insuficientes pelos trabalhadores, que também citam sobrecarga e condições inadequadas como motivos para a greve.

A prefeitura acionou a Justiça, que determinou a manutenção de 70% do efetivo em atividade para garantir serviços essenciais. Uma audiência de conciliação está agendada para o dia 24, após a qual os servidores decidirão os próximos passos do movimento.

Servidores públicos municipais de Praia Grande seguem em greve e mantêm a mobilização por melhores condições salariais e reajuste no vale-alimentação. A paralisação ocorre após negociações sem acordo entre a categoria e a administração municipal.

Na última sexta-feira (17), trabalhadores realizaram um ato em frente à sede da prefeitura, com faixas e manifestações cobrando avanços nas propostas apresentadas. A categoria reivindica reajuste salarial de 6,5% e aumento no valor do benefício alimentício, além de outras demandas relacionadas à carreira e à assistência à saúde.

Diante da paralisação, a prefeitura recorreu à Justiça, que determinou a manutenção de ao menos 70% do efetivo em atividade, a fim de garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.

Segundo o sindicato, a proposta apresentada pelo Executivo prevê reajuste de 4,5% nos salários e correção de 5% no vale-alimentação, valores considerados insuficientes pelos trabalhadores. Representantes da categoria também apontam sobrecarga e condições de trabalho como fatores que motivaram a mobilização.

Em nota, a administração municipal afirmou que o reajuste concedido está acima da inflação e respeita os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. O Executivo também informou a previsão de criação de um programa de bonificação por desempenho, condicionado à arrecadação do município.

Uma audiência de conciliação está marcada para sexta-feira (24), no Tribunal de Justiça de São Paulo. Após a reunião, os servidores devem realizar assembleia para definir os próximos passos do movimento.