Crime registrado por câmeras no Praia Grande deixou prejuízo de mais de R$ 15 mil; estabelecimento já foi alvo de outras invasões

Redação Publicado em 25/04/2026, às 15h06
Uma loja de veículos em Praia Grande foi invadida por dois homens que quebraram a vitrine e furtaram um patinete elétrico e um triciclo motorizado, resultando em um prejuízo estimado de R$ 17 mil.
Este foi o quarto ataque ao estabelecimento, que já havia reforçado a segurança, mas os criminosos continuam utilizando o mesmo método de invasão rápida.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não encontrou registro formal da ocorrência, o que pode dificultar as investigações e a identificação dos suspeitos, apesar das imagens de monitoramento disponíveis.
Uma loja de veículos foi alvo de criminosos na madrugada desta semana em Praia Grande, no litoral paulista. Dois homens invadiram o estabelecimento após quebrarem a vitrine de vidro e furtaram ao menos dois itens, entre eles um patinete elétrico e um drift — espécie de triciclo motorizado.
A ação aconteceu na Avenida Presidente Costa e Silva, no bairro Boqueirão, e foi registrada por câmeras de monitoramento. As imagens mostram o momento em que os suspeitos arremessam objetos contra a fachada para acessar o interior da loja. Em poucos minutos, eles recolhem os veículos e deixam o local.
Segundo o gerente do comércio, que preferiu não se identificar, o prejuízo total é estimado em aproximadamente R$ 17 mil, considerando tanto os produtos levados quanto os danos à estrutura do imóvel.
Este não é um caso isolado. De acordo com o responsável, essa foi a quarta vez que o estabelecimento foi invadido. Em todas as ocorrências, os criminosos utilizaram o mesmo método: quebrar partes de vidro para entrar rapidamente e fugir antes da chegada de qualquer intervenção.
Após episódios anteriores, a loja reforçou medidas de segurança, mas ainda assim voltou a ser alvo da ação criminosa, o que levanta preocupação sobre a recorrência desse tipo de crime na região.
Procurada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que não localizou registro formal da ocorrência junto à polícia até o momento. O caso deve ser investigado assim que houver oficialização do boletim.
A ausência de registro também pode dificultar o andamento das investigações e a identificação dos suspeitos, mesmo com as imagens disponíveis.
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