Polícia

Estrangeiro é preso em Santos após importunação sexual em funcionária de hospilal

Vítima estava em intervalo de trabalho quando foi segurada pelo braço e agredida

Suspeito foi localizado por câmeras de monitoramento da prefeitura - Imagem: Reprodução
Suspeito foi localizado por câmeras de monitoramento da prefeitura - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 13/04/2026, às 08h51


A madrugada de domingo (12) foi de pânico para uma funcionária de um hospital no Gonzaga, em Santos. Um homem ucraniano, natural de Odessa, foi preso em flagrante após atacar a mulher durante o seu intervalo de trabalho. O estrangeiro, que apresentava um comportamento bastante alterado, teria perseguido a vítima e chegado a agredi-la fisicamente antes de ser contido por testemunhas que passavam pelo local.

Perseguição e ataque no Gonzaga

Tudo começou quando a vítima e uma colega descansavam nas proximidades da unidade de saúde. Segundo o relato feito à Polícia Militar, o homem passou a encará-las de forma insistente e intimidadora. Sem esconder as intenções, ele se aproximou repetindo várias vezes a frase em inglês "kiss me" (beije-me). Assustada, a mulher tentou se afastar, mas foi segurada pelo braço e atingida por um tapa na bunda.

A funcionária conseguiu correr para dentro do hospital e ligar para o 190. Mesmo assim, o agressor não desistiu e tentou entrar no prédio, sendo expulso por pessoas que estavam no saguão. Fora da unidade, ele ainda tentou invadir o carro de uma família que passava pela rua e descontou a raiva chutando outro veículo que estava estacionado por ali.

Prisão e identificação do estrangeiro

A fuga do suspeito não durou muito. Graças ao sistema de câmeras de monitoramento de Santos, os policiais militares conseguiram rastrear os passos do homem e o localizaram no cruzamento da Avenida Washington Luiz com a Rua Goiás. Ele foi detido em flagrante e levado para o 7° Distrito Policial, onde sua nacionalidade ucraniana foi confirmada.

Até o momento, as autoridades não confirmaram se o homem corre o risco de ser extraditado do Brasil devido ao crime. A Secretaria de Segurança Pública informou apenas que ele segue preso e à disposição da Justiça. O caso foi registrado como importunação sexual, crime que prevê pena de reclusão para quem pratica atos libidinosos contra alguém sem a sua concordância.