Polícia

Mulher de 34 anos morre após ser encontrada inconsciente em piscina de condomínio em Praia Grande

Vítima foi retirada da água por moradores na Rua Mário Tamashiro; Samu constatou o óbito no local

Uma mulher de 34 anos foi encontrada inconsciente em piscina de condomínio em Praia Grande, mas não resistiu e faleceu - Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Uma mulher de 34 anos foi encontrada inconsciente em piscina de condomínio em Praia Grande, mas não resistiu e faleceu - Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Redação Publicado em 26/03/2026, às 08h49


Uma tarde de lazer terminou em tragédia em um condomínio no bairro Boqueirão, em Praia Grande. Uma mulher de 34 anos morreu após ser encontrada inconsciente dentro da piscina de um prédio na Rua Mário Tamashiro. O caso, ocorrido recentemente, mobilizou moradores e equipes de emergência, mas a vítima não sobreviveu.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a situação foi percebida por moradores que estavam no local. Ao notarem que a mulher estava desacordada no fundo da piscina, eles a retiraram rapidamente da água e deram início aos protocolos de primeiros socorros. Testemunhas tentaram reanimá-la por meio de manobras de massagem cardíaca até a chegada do socorro especializado.

Atendimento de emergência

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma equipe ao endereço. No entanto, ao chegarem ao condomínio, os paramédicos constataram que a mulher já estava sem sinais vitais. O Corpo de Bombeiros também chegou a ser acionado para a ocorrência, mas a morte já havia sido confirmada pela equipe médica do Samu.

A Secretaria de Saúde Pública de Praia Grande reforçou, em nota, que a vítima foi encontrada em estado crítico e que as tentativas de reanimação no local não surtiram efeito. O corpo foi encaminhado para exames que devem apontar a causa exata do falecimento.

Investigação como morte suspeita O caso foi registrado oficialmente na Delegacia de Praia Grande como morte suspeita e morte súbita. Esta classificação é comum em ocorrências onde a causa imediata do óbito não é evidente, como um mal súbito anterior ao afogamento ou o afogamento propriamente dito.

Agora, a Polícia Civil aguarda os laudos do Instituto Médico Legal (IML) para determinar se houve algum fator externo ou se a vítima sofria de alguma condição de saúde preexistente. O condomínio deve colaborar com as investigações, fornecendo possíveis imagens de câmeras de monitoramento da área de lazer para esclarecer a dinâmica do acidente.