Grupo utilizava câmeras para monitorar a movimentação policial e dificultar ações na comunidade

Redação Publicado em 25/03/2026, às 16h18
Uma operação da Polícia Civil prendeu 11 suspeitos de tráfico de drogas em Cubatão, São Paulo, visando uma organização criminosa que operava próxima à Via Anchieta, o que pode impactar a segurança pública na região.
As investigações revelaram que o grupo utilizava tecnologia de monitoramento e estava localizado em uma área de difícil acesso, o que facilitava a venda de entorpecentes e dificultava a ação policial.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão e apreendidas drogas e equipamentos de monitoramento, enquanto as investigações continuam para identificar outros membros da organização.
Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de 11 suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas em Cubatão, no litoral de São Paulo. A ação, realizada nesta quarta-feira (25), teve como alvo uma organização que atuava em área próxima à Via Anchieta.
As investigações apontaram que o grupo mantinha um ponto estruturado de venda de entorpecentes nas imediações de um campo de futebol no bairro Vila São Jorge. Para evitar abordagens, os suspeitos utilizavam um sistema de monitoramento com câmeras instaladas na comunidade, que permitia acompanhar a presença e movimentação de viaturas policiais.
Além da tecnologia, a localização do ponto de tráfico também dificultava a ação das forças de segurança. Cercada por um rio e pela rodovia, a área possui acessos limitados, o que favorecia a fuga dos envolvidos e o controle territorial do grupo.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos pela Justiça. A maioria dos investigados foi localizada em suas residências. Um dos principais alvos, apontado como responsável pela coordenação das atividades, não foi encontrado.
Além das prisões, os policiais apreenderam drogas como maconha, crack e cocaína, além de equipamentos eletrônicos utilizados para o monitoramento clandestino. Uma mulher também foi detida em flagrante em um imóvel usado para armazenamento de entorpecentes.
Segundo a Polícia Civil, o trabalho de investigação se estendeu por meses e contou com o uso de recursos tecnológicos, como drones e análise de imagens, para mapear a atuação do grupo e identificar seus integrantes.
As autoridades informaram que as apurações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos e detalhar a estrutura da organização criminosa.
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