Suspeitos foram detidos em operação da 3ª Delegacia de Homicídios com apoio do GOE; vítima havia desaparecido em janeiro e foi encontrada morta.

Redação Publicado em 19/02/2026, às 15h54
Quatro pessoas foram presas em Guarujá, suspeitas de envolvimento na morte de uma mulher executada por um 'Tribunal do Crime', destacando a atuação de facções criminosas na região.
A vítima desapareceu em janeiro e foi encontrada morta, com os detidos incluindo um executor e um casal que ajudou a ocultar evidências, além de um motorista que transportou os envolvidos.
Os suspeitos estão à disposição da Justiça enquanto a Polícia Civil prossegue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do crime e identificar mais participantes.
Quatro pessoas foram presas nesta quinta-feira (19) suspeitas de participação na morte de uma mulher executada por integrantes do chamado “Tribunal do Crime”, em Guarujá, no litoral paulista.
A operação foi realizada por agentes da 3ª Delegacia de Homicídios da Baixada Santista, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE), que cumpriram mandados de prisão temporária e de busca e apreensão.
De acordo com a investigação, a vítima desapareceu na madrugada do dia 2 de janeiro. No decorrer das diligências, ela foi localizada morta. O caso é apurado como homicídio qualificado e organização criminosa.
Foram detidos três homens, de 19, 24 e 28 anos, e uma mulher, de 21 anos. Segundo a Polícia Civil, entre os presos estão:
Um integrante de facção criminosa apontado como envolvido diretamente na execução;
Um casal suspeito de ajudar a retirar e descartar pertences da vítima, com o objetivo de dificultar as investigações;
Um motorista de aplicativo, acusado de transportar envolvidos até o Estado do Paraná, colaborando com a ação criminosa.
As autoridades afirmam que o grupo teria arrebatado e executado a mulher como forma de punição imposta pelo chamado “Tribunal do Crime”, prática associada a organizações criminosas. A motivação do homicídio ainda está sob apuração.
Os quatro suspeitos foram encaminhados à delegacia, onde passaram pelos procedimentos de polícia judiciária e permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer a dinâmica completa do crime e identificar outros possíveis envolvidos.
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