Polícia

Procurada por assassinato no interior é presa enquanto jogava sinuca em Santos

Prisão foi realizada por policiais civis que monitoravam a suspeita, que estava em um bar na Avenida Senador Feijó

Uma mulher de 35 anos foi presa em Santos, sendo a principal suspeita de um homicídio qualificado - Imagem: Reprodução
Uma mulher de 35 anos foi presa em Santos, sendo a principal suspeita de um homicídio qualificado - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 11/03/2026, às 09h21


Uma partida de sinuca no Centro de Santos terminou em prisão na noite de segunda-feira (9). Uma mulher de 35 anos, que estava sendo caçada pela Justiça por um homicídio qualificado, foi surpreendida por policiais civis enquanto se divertia em um bar na Avenida Senador Feijó.

A ação foi certeira e coordenada por agentes da 3ª Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH), que já vinham monitorando os passos da suspeita há algum tempo através de um trabalho de inteligência.

O crime que motivou a prisão aconteceu longe do litoral, em São José do Rio Preto, no interior paulista. Segundo as investigações, a mulher é a principal suspeita de ter matado uma técnica de enfermagem de apenas 27 anos, em novembro do ano passado. Com o mandado de prisão em mãos, expedido pela Vara do Júri Criminal daquela cidade, os policiais do Deinter 6 montaram o cerco para garantir que ela não tivesse escapatória dessa vez.

Provas encontradas com a suspeita

O que mais chamou a atenção durante a abordagem foi o "olhar" atento dos investigadores aos detalhes. Além de prender a mulher, a equipe conseguiu apreender objetos que servem como provas cruciais para o processo. 

 A suspeita usava o mesmo tênis e a mesma jaqueta que aparecem nas imagens das câmeras de segurança no dia do assassinato. As peças foram fundamentais para confirmar que os policiais estavam com a pessoa certa no momento da batida no bar.

A mulher foi levada para a sede da delegacia especializada em Santos, onde todos os procedimentos legais foram realizados para registrar a captura. Agora, ela permanece trancada e à disposição dos juízes, aguardando ser transferida para o interior ou para uma unidade prisional adequada.

Essa prisão mostra que, mesmo meses após o ocorrido e em uma cidade diferente, o trabalho de monitoramento policial continua ativo. Para a polícia, retirar de circulação alguém com uma acusação tão grave é um passo importante para levar justiça à família da vítima e garantir a segurança nas ruas do Centro santista.