O goleiro do Santos FC era o alvo do assalto, mas estava fora no momento do crime

Sabrina Oliveira Publicado em 05/10/2024, às 10h30
Na última terça-feira (1), um condomínio de luxo no bairro Embaré, em Santos, litoral de São Paulo, foi invadido por uma quadrilha composta por quatro homens, que tinham como alvo o goleiro João Paulo, do Santos Futebol Clube. O jogador não estava no local no momento da invasão, pois participava de atividades no centro de treinamento da equipe, mas sua ausência não impediu o grupo de agir. Com a ajuda do porteiro do prédio, que facilitou o acesso, os criminosos conseguiram entrar no edifício e realizar um assalto que deixou seis pessoas reféns.
Os invasores, armados, renderam as vítimas dentro de um apartamento, onde residem um casal de administradores e sua empregada doméstica. A abordagem começou quando a funcionária foi surpreendida por um dos criminosos no elevador de serviço. Ele a obrigou a levá-lo até o andar onde trabalhava, e ali rendeu tanto a empregada quanto os patrões, exigindo as chaves do cofre. Antes de trancar todos em um cômodo, o assaltante chegou a pedir um suco para os moradores, um ato que chocou as vítimas pela sua aparente tranquilidade.
Enquanto isso, outros dois funcionários do prédio, que estavam no local para realizar serviços de limpeza e manutenção, também foram feitos reféns. Todos foram levados para o mesmo cômodo, onde permaneceram sob vigilância enquanto os criminosos recolhiam diversos pertences de valor.
Entre os itens roubados estavam relógios de luxo, joias e bolsas de marca. Um dos relógios, pertencente à advogada proprietária do apartamento, foi avaliado em R$ 41 mil. Além disso, a quadrilha levou alianças de ouro, brincos de pérolas, celulares e garrafas de bebidas. Embora o plano inicial dos criminosos fosse invadir o apartamento do goleiro João Paulo, eles acabaram focando nos pertences de outros moradores quando perceberam que o jogador não estava em casa.
A polícia foi acionada durante a ação e conseguiu negociar com os assaltantes, que decidiram liberar os reféns e abandonar os itens roubados na escadaria do edifício, quando perceberam que não teriam sucesso na fuga. Um dos suspeitos, de 19 anos, foi baleado durante uma tentativa de fuga e levado para a Santa Casa de Santos, onde permanece internado. Os demais foram presos e encaminhados para a delegacia da cidade.
O porteiro do condomínio, que havia colaborado com o grupo, foi preso e alegou que agiu sob coação, afirmando que ele e sua família foram ameaçados pelos criminosos. No entanto, a polícia o considera um coautor do crime, uma vez que forneceu informações privilegiadas sobre a rotina dos moradores e a segurança do edifício. Ele e os outros integrantes da quadrilha irão responder por roubo qualificado e associação criminosa, entre outros crimes.

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