Os crimes de Douglas Baptista começaram em 1992 e alguns corpos nunca foram encontrados

Manoela Cardozo Publicado em 02/05/2024, às 09h45
Douglas Baptista, atualmente com 70 anos, ganhou notoriedade como um dos mais bárbaros assassinos em série da história do litoral de São Paulo.
Conforme informações do G1, Douglas, já sentenciado por seus atos hediondos, atacava crianças na Baixada Santista, principalmente em São Vicente, entre os anos de 1992 e 2003.
O criminoso amarrava os membros das vítimas e as lançava em rios e mangues, com o intuito de provocar o afogamento delas. De acordo com relatos das autoridades, Douglas foi encontrado ao deixar uma propriedade situada no bairro Quietude.
Nesse momento, ao avistar a viatura da Polícia Militar realizando patrulhamento na região, ele tentou fugir, porém acabou sendo interceptado pelos agentes de segurança.
Das oito vítimas de Douglas, sete eram do sexo feminino e uma do sexo masculino. Entre as crianças que perderam a vida, uma delas era enteada do assassino em série.
Os últimos delitos que se têm conhecimento, cometidos por ele, foram os assassinatos de Nathaly Jennifer Ribeiro e Najila de Jesus. As duas tinham apenas cinco anos de idade e foram sequestradas em frente às suas residências, na comunidade do Jardim Sambaiatuba, no dia de Natal em 2003.
Naquele momento, as autoridades policiais concluíram que o serial killer tinha estabelecido conhecimento prévio com todas as vítimas e se aproximara das famílias a fim de facilitar a execução dos seus crimes.
Vale lembrar que alguns corpos permanecem desaparecidos até hoje e que, após cometer o último homicídio em 2003, o assassino viveu temporariamente em Porto Alegre.
Em seguida, foi detido e cumprir pena na Penitenciária de São Vicente, mas posteriormente obteve liberdade sob fiança e estava em processo de julgamento em liberdade.
Leia também

Rodrygo se lesiona, perde temporada e está fora da Copa

Governo lança crédito para vítimas do apagão em SP

Com força do agronegócio e granéis líquidos, Porto de Santos registra melhor 1º trimestre da história

Inverno atípico é motivo para falta de água, segundo Sabesp; veja

Trabalhador morre após cair de 6º andar de prédio em construção em Praia Grande

Guilherme Derrite e avanço de concorrentes alteram disputa ao Senado em SP

Praia Grande utiliza “ecoboat” para proteger biodiversidade e evitar poluição marinha

Monitoramento inteligente: Praia Grande e Santos lideram rede de vigilância no litoral

Parques de Santos oferecem programação gratuita com foco em educação ambiental

Santos inicia monitoramento para mapear presença do mosquito da dengue