Polícia Militar encontrou o carro de Luca abandonado na Rodovia Cônego Domênico Rangoni. Doze corpos foram encontrados na área, incluindo o de Luca

Marina Milani Publicado em 21/05/2024, às 10h42
O corpo do soldado da Polícia Militar (PM) Luca Romano Angerami, de 21 anos, foi velado na Funerária Salete, localizada em Santana, na Zona Norte de São Paulo, na manhã desta terça-feira (21). O enterro está programado para a tarde no Cemitério Horto Florestal, também na Zona Norte da cidade.
Luca havia desaparecido em 14 de abril e foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (20) pela Polícia Civil, em uma cova em área de mata na comunidade Vila Baiana, no Guarujá, litoral paulista. O corpo, em avançado estado de decomposição, foi identificado por suas tatuagens.
A 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais da Polícia Civil de Santos está investigando o caso, apurando crimes de sequestro, tortura, homicídio e ocultação de cadáver. De acordo com a investigação, Luca, que estava de folga e sem uniforme no momento do desaparecimento, foi torturado e morto por criminosos. A suspeita é de que ele tenha entrado inadvertidamente em uma favela da Baixada Santista e, após ser identificado como policial militar por traficantes, foi submetido a um "tribunal do crime" que decidiu por sua execução.
Câmeras de segurança registraram Luca caminhando com dois amigos até uma adega próxima a um ponto de tráfico na comunidade Santo Antônio, no Guarujá. Imagens mostram Luca sendo acompanhado por um homem até uma "biqueira", onde foi visto pela última vez.
Durante as buscas, a Polícia Militar encontrou o carro de Luca abandonado na Rodovia Cônego Domênico Rangoni. Foram encontrados também 12 corpos, que passaram por perícia para identificação. O corpo de Luca foi submetido a exames no Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa e o momento da morte.
Até o momento, nove suspeitos de envolvimento no desaparecimento e morte de Luca foram presos. Luca era lotado no 3º Batalhão de Polícia Metropolitano (BPM) no Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. Seu pai é investigador da Polícia Civil, e ele tem um irmão gêmeo que também é policial militar.

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