Argentina, atual campeã, busca manter sua hegemonia no futebol mundial contra a Espanha, que venceu a Eurocopa de 2024

Gabriella Souza Publicado em 18/12/2025, às 13h27
O palco onde Lionel Messi levantou a taça de campeão do mundo em 2022 voltará a ser o centro das atenções do futebol internacional daqui a pouco tempo. O Estádio Lusail, no Catar, foi o escolhido para receber o grande encontro entre Argentina e Espanha, válido pela Finalíssima masculina de 2026. O jogo, que coloca frente a frente os atuais donos da América e da Europa, está marcado para o dia 27 de março de 2026, com início previsto para as 15h (pelo horário de Brasília).
Essa partida é muito aguardada pelos torcedores porque deve promover o encontro de gerações entre o craque Messi e a jovem estrela Lamine Yamal. A dupla será a grande atração dessa quarta edição do torneio, que é decidido em um jogo único.
A Argentina garantiu sua vaga ao vencer a última Copa América, enquanto a Espanha carimbou o passaporte após conquistar a Eurocopa de 2024.
Um gramado de lembranças para os argentinos
Escolher o Estádio Lusail traz um sentimento especial para os argentinos. Foi exatamente nesse gramado que a seleção albiceleste viveu seu momento mais glorioso nos últimos anos, conquistando o tricampeonato mundial na final épica contra a França. Agora, o time volta ao local tentando manter sua hegemonia no futebol mundial e defender o título da própria Finalíssima.
Vale lembrar que a Argentina é a atual campeã desta competição. Na última edição, realizada em 2022, os argentinos deram um show no estádio de Wembley, em Londres, e bateram a Itália por 3 a 0. Naquela ocasião, os gols da vitória foram marcados por Lautaro Martínez, Di María e Dybala, em uma atuação que serviu de combustível para a conquista da Copa do Mundo meses depois.
A tradição e o peso do torneio
A história da Argentina com esse troféu é antiga. Além da vitória recente sobre os italianos, o país já havia vencido o torneio em 1993, quando derrotou a Dinamarca. Já o lado europeu tem menos tradição na competição: até hoje, a França foi a única seleção do continente a levar o título, lá em 1985, quando venceu o Uruguai por 2 a 0.
Para Alejandro Domínguez, que comanda a Conmebol, esse jogo vai muito além das quatro linhas. Ele explicou que o evento é uma forma de mostrar como as federações podem trabalhar juntas com respeito. Segundo o dirigente, é uma chance única para quem gosta de futebol acompanhar um momento que realmente vai ficar para a história, unindo as duas escolas mais fortes do esporte em um só lugar.
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