Operação Escudo

Número de mortos em operação policial na Baixada Santista sobe para 13

O dado foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública na manhã desta terça-feira (01)

Número de mortos em operação policial na Baixada Santista sobe para 13 - Imagem: reprodução redes sociais
Número de mortos em operação policial na Baixada Santista sobe para 13 - Imagem: reprodução redes sociais

Vitória Tedeschi Publicado em 01/08/2023, às 17h34


Na manhã desta terça-feira (01) Secretaria de Segurança Pública atualizou que o número de vítimas mortas durante a Operação Escudo, no Guarujá, litoral de São Paulo, subiu para 13.

A ação da polícia começou, na última sexta-feira (28) após morte do policial militar Patrick Bastos Reis, da equipe Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), e busca combater o narcotráfico. Até o momento, 32 pessoas foram presas, entre elas o suspeito de atirar e matar o PM.

Segundo a SSP, 12 mortes aconteceram em Guarujá e uma em Santos. O número foi atualizado na tarde desta terça-feira (01). Até a tarde de segunda-feira, a SSP mantinha 10 mortos.

A Operação Escudo para repressão ao tráfico de drogas e ao crime organizado segue em curso na Baixada Santista. 32 suspeitos já foram presos e 20,3 quilos de drogas e 11 armas apreendidas. Treze suspeitos morreram ao entrarem em confronto com as forças de segurança desde o início da operação", afirmou a SSP em nota.

De acordo com o G1, o governo estadual informou que a ação segue até fim de agosto na Baixada Santista.

Desde o início da operação, a série de mortes tem alertado entidades, autoridades e o governo federal.

A atuação dos agentes das forças de segurança tem sido questionada e alguns têm apontado abuso de autoridade policial. Apesar disso, na última segunda-feira (31), o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) elogiou a operação realizada na Baixada Santista, bem como a atuação dos policiais militares e negou qualquer tipo de hostilidade ou excesso da polícia.

“Houve uma atuação profissional, que resultou em prisões. E nós vamos continuar com a operação”, afirmou.

“A polícia quer evitar o confronto de toda forma, mas, a partir do momento que ela é hostilizada, infelizmente há um confronto. (…) A polícia reage e ela vai reagir para repelir a ameaça”, declarou Tarcísio

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