Juan Gustavo Nelson Ascenço da Silva, de 18 anos, foi localizado em São Bernardo do Campo; crime foi registrado como feminicídio e ocorreu dentro da casa do casal, em Itanhaém.

Redação Publicado em 21/02/2026, às 14h39
Juan Gustavo Nelson Ascenço da Silva, principal suspeito de assassinar sua companheira Geovana Stefany Trajano Silva com um tiro na cabeça, foi preso em São Bernardo do Campo, dois dias após o crime que chocou a comunidade de Itanhaém, litoral de São Paulo.
A jovem de 19 anos foi morta em sua residência, onde uma espingarda artesanal foi apreendida, e a cena do crime indicou que o disparo ocorreu no quarto do casal, com a filha do casal presente no local.
O caso foi registrado como feminicídio e a investigação continua para esclarecer os detalhes do crime, enquanto a defesa do suspeito ainda não se manifestou sobre os acontecimentos.
O principal suspeito de matar a companheira com um tiro na cabeça diante da filha de oito meses foi preso nesta sexta-feira (20), dois dias após o crime que chocou moradores de Itanhaém, no litoral de São Paulo.
Juan Gustavo Nelson Ascenço da Silva, de 18 anos, foi localizado em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista, por equipes da Força Tática do 6º Batalhão da Polícia Militar. Ele foi encaminhado ao 1º Distrito Policial da cidade, onde permaneceu à disposição da Justiça.
A vítima, Geovana Stefany Trajano Silva, de 19 anos, foi morta na noite de quarta-feira (18), na residência onde vivia com o suspeito, no bairro São Fernando. Segundo o boletim de ocorrência, a jovem foi atingida por um disparo de espingarda na nuca.
Policiais militares foram acionados após o barulho do tiro e encontraram Geovana caída no quintal da casa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte no local.
Dentro do imóvel, os agentes apreenderam uma espingarda artesanal calibre 28. No quarto do casal, onde a bebê foi encontrada pelo tio, havia grande quantidade de sangue ao lado da cama, indicando que o disparo ocorreu naquele cômodo.
De acordo com o registro policial, familiares do suspeito relataram versões divergentes sobre o momento do crime. Um dos irmãos afirmou ter ouvido o disparo enquanto estava em um bar próximo e encontrado a criança sobre a cama e a jovem caída no quarto. Outro parente disse que Juan alegou estar na rua quando ouviu o tiro e que teria tentado socorrer a companheira.
O caso foi registrado como feminicídio na Delegacia Seccional de Itanhaém. Até a última atualização, a defesa do suspeito não havia se manifestado.
A investigação segue para esclarecer as circunstâncias do crime.
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