Primeiro centro de visitação submerso em água salgada do Brasil é instalado na Praia do Guaiúba e promete impulsionar turismo e preservação ambiental.

Redação Publicado em 25/04/2026, às 14h23
O Guarujá inaugura o primeiro centro de visitação subaquático em água salgada do Brasil, localizado a oito metros de profundidade na Praia do Guaiúba, unindo arte, turismo e preservação ambiental.
Com 15 esculturas do artista Adélio Sarro, que retratam figuras históricas e culturais, o projeto foi desenvolvido com apoio da Secretaria de Turismo e da Prefeitura, considerando fatores técnicos e ambientais para sua instalação.
As esculturas, feitas com materiais adequados ao ambiente marinho, servirão como recifes artificiais para promover a biodiversidade, e a visitação será gratuita, com recomendações para acompanhamento por profissionais de mergulho.
O litoral paulista ganhou um novo atrativo que une arte, turismo e preservação ambiental. A cidade do Guarujá inaugurará o primeiro centro de visitação subaquático em água salgada do Brasil, instalado a cerca de oito metros de profundidade na Praia do Guaiúba.
Antes mesmo da abertura oficial, o projeto já chama atenção nas redes sociais. Imagens mostram mergulhadores tirando selfies ao lado das esculturas submersas, criando um cenário inusitado que mistura galeria de arte e vida marinha.
O espaço conta com 15 esculturas produzidas pelo artista Adélio Sarro, representando figuras históricas e culturais, como Cândido Portinari e Santos Dumont, além de personagens simbólicos ligados ao mar, como pescadores, sereias e surfistas.
O projeto foi desenvolvido com apoio da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Guarujá, após estudos técnicos que avaliaram fatores como profundidade, tipo de solo, visibilidade e impacto ambiental. A escolha do Guaiúba se deu pelo fundo arenoso firme, ideal para sustentar as estruturas.
Além do apelo turístico, a iniciativa tem foco ecológico. As esculturas foram feitas com materiais apropriados para o ambiente marinho e devem funcionar como recifes artificiais, favorecendo a reprodução de espécies e contribuindo para a melhoria da biodiversidade local.
A visitação será gratuita, mas especialistas recomendam o acompanhamento de escolas e operadoras de mergulho, garantindo segurança e melhor experiência para os visitantes.
Inspirado em projetos internacionais, como o museu subaquático de Cancún, no México, o espaço também terá papel educativo, incentivando a conscientização ambiental por meio da observação direta da vida marin
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