Segurança pública

Mulher é flagrada com droga escondida em roupa íntima ao tentar visitar filho em CDP de Praia Grande

Entorpecente foi identificado durante revista com escâner corporal; visitante foi levada à delegacia e suspensa do rol de visitas

Apreensão foi realizada durante revista com escâner corporal no CDP de Praia Grande. - Imagem: Divulgação/SAP
Apreensão foi realizada durante revista com escâner corporal no CDP de Praia Grande. - Imagem: Divulgação/SAP

Redação Publicado em 23/02/2026, às 16h57


Uma mulher de 37 anos foi detida ao tentar entrar no Centro de Detenção Provisória Charles Demitre Teixeira, em Praia Grande, com maconha escondida na roupa íntima, o que levanta preocupações sobre a segurança nas visitas a presídios.

A droga foi descoberta durante uma revista com escâner corporal, evidenciando a eficácia dos novos protocolos de segurança implementados pela Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo.

Após a confissão da mulher, ela foi levada à delegacia para registro da ocorrência e suspensa do rol de visitas, enquanto as autoridades continuam a reforçar as medidas de fiscalização nas unidades prisionais.

Uma mulher de 37 anos foi flagrada com entorpecente escondido na roupa íntima ao tentar visitar o filho no Centro de Detenção Provisória Charles Demitre Teixeira, em Praia Grande, no último sábado (21).

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo, a droga foi identificada durante o procedimento de revista realizado com o uso de escâner corporal, equipamento utilizado na entrada de visitantes.

De acordo com a pasta, policiais penais perceberam alterações nas imagens captadas pelo aparelho. Questionada, a visitante confessou que trazia a substância e retirou voluntariamente da roupa íntima um invólucro contendo aproximadamente nove gramas de maconha, entregando o material à equipe de segurança.

A mulher foi encaminhada à delegacia da cidade para o registro da ocorrência e demais providências legais. Ela também foi suspensa do rol de visitas do sistema prisional.

A SAP informou que os procedimentos de fiscalização seguem protocolos de segurança adotados nas unidades prisionais do Estado, com uso de tecnologia para impedir a entrada de materiais ilícitos.