Aves marinhas em risco: entenda o impacto do encalhe em massa e como a população pode ajudar na preservação

Gabriel Nubile Publicado em 21/08/2025, às 08h34
Aproximadamente 350 pinguins-de-magalhães foram encontrados mortos em Ilha Comprida, em um caso de "encalhe em massa". O fenômeno, registrado nos últimos cinco dias, é investigado pelo Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC), que monitora a região.
Como os animais estavam em um estágio avançado de decomposição, não foi possível identificar a causa exata das mortes. No entanto, o IPeC levantou algumas hipóteses para o caso, como os efeitos de viagens de longas distâncias, a dificuldade em encontrar alimento, a presença de doenças e o contato com a pesca.
Sobre a espécie e os riscos
O pinguim-de-magalhães é um animal comum na região. A espécie, que recebeu o nome do explorador Fernão de Magalhães, vive em alto mar em busca de comida, como pequenos peixes, lulas e crustáceos. Eles podem mergulhar até 50 metros de profundidade e têm uma glândula especial para eliminar o excesso de sal do corpo.
O instituto ainda ressalta que o derramamento de óleo no mar é um grande risco para essas aves, pois a substância gruda nas penas e dificulta que elas nadem ou se alimentem, podendo levá-las à morte.
O IPeC continua monitorando e registrando ocorrências semelhantes nas praias de Iguape, Ilha Comprida e Cananéia. A organização pede que, ao encontrar um animal debilitado na região, as pessoas entrem em contato pelos telefones: (13) 3851-1779, 0800 642 33 41 e (13) 99691-7851 (WhatsApp).
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