Preparação antecipada visa garantir o bem-estar e desenvolvimento dos estudantes com necessidades especiais nas escolas

Redação Publicado em 02/02/2026, às 10h41
Antes mesmo de os alunos ocuparem as salas de aula para o ano letivo de 2026, um grupo fundamental para a inclusão escolar já está se movimentando nos bastidores em Guarujá. Para garantir que estudantes com necessidades específicas tenham o suporte adequado desde o primeiro dia, foi realizado um grande encontro de alinhamento com os profissionais que atuam diretamente no dia a dia dessas crianças e jovens.
A reunião, organizada pela Secretaria de Educação, juntou cerca de 140 acompanhantes terapêuticos (ATs). Esses profissionais, que pertencem a clínicas parceiras da prefeitura, são peças-chave na engrenagem da Educação Especial. O objetivo do encontro foi claro: colocar "todo mundo na mesma página" e fortalecer a parceria entre o ensino pedagógico e o suporte terapêutico, garantindo que a escola seja um ambiente acolhedor e eficiente para todos.
Ética e postura profissional
Durante a conversa, o foco principal não foi apenas a burocracia, mas sim a conduta humana e profissional dentro do ambiente escolar. Foram passadas orientações detalhadas sobre ética e os limites de atuação de cada um. Afinal, estar dentro de uma escola lidando com o desenvolvimento de crianças exige responsabilidade redobrada.
Um dos pontos altos da discussão foi a questão do sigilo. Foi reforçado que as informações sobre os alunos e suas famílias devem ser tratadas com total privacidade, respeitando a intimidade de cada estudante. Além disso, os profissionais receberam diretrizes sobre como se portar em diferentes situações do cotidiano escolar, sempre seguindo as regras estabelecidas pela Secretaria de Educação (Seduc).
Foco no bem-estar do aluno
Essa preparação antecipada serve para evitar ruídos e garantir que o foco permaneça onde realmente importa: no desenvolvimento e no bem-estar do estudante. Quando o acompanhante terapêutico entende bem o seu papel e trabalha em sintonia com os professores e a direção da escola, quem ganha é o aluno, que passa a ter um suporte mais assertivo para superar barreiras e aprender melhor.
O encontro serviu também para reforçar o compromisso com a qualidade do atendimento. A ideia é que, ao entrarem nas escolas de Guarujá em 2026, esses 140 profissionais estejam prontos não apenas tecnicamente, mas também alinhados com os valores de respeito e cuidado que a educação inclusiva exige.
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