Marlene Polito

Etnias, de Kobra - Imagem: Reprodução
Maravilhar-se. Quando o mundo é espanto e cada coisa pede um “por quê?” - Imagem: Reprodução
Marilyn Monroe, ícone eterno de sedução (1955) - Imagem: Reprodução
Há quem acredite que o passado passa. E se for justamente o contrário, se ele for o que nunca nos abandona? - Imagem: René Magritte, A Memória (1948).  O inconsciente que insiste em se revelar
Um corpo alquebrado que, em sua fragilidade, faz da dor uma forma de beleza - O Velho Guitarrista Cego (1903–1904) de Picasso
Teatro Nô japonês. Entre a rigidez da madeira e a delicadeza do gesto, a máscara sugere o invisível - Imagem: Reprodução
Autorretrato com Macaco e Papagaio (1942), de Frida Kalo - Imagem: Reprodução
Don Corleone (Marlon Brando), em O Poderoso Chefão - Imagem: Reprodução
A sorte não avisa. Apenas chega ... ou não - Imagem: Reprodução
Explore a figura do bobo da corte e seu papel como porta-voz da verdade e do humor - Imagem: Reprodução
No canto da tela, uma lágrima digital; a alma resiste, mesmo em código - Imagem: Reprodução
Na Grécia antiga, Medeia dominava saberes ocultos. Magia, alquimia, paixão e vingança - Imagem: Reprodução
A maçã flutuante oculta o rosto do homem, lembrando que o sonho e o mistério estão sempre por trás do visível. Um símbolo poderoso da estética do sonho - The Son of Man (1964) – René Magritte
Madona renascentista: entre a graça divina e o ideal feminino da época - Rafael, Madonna del Granduca (1505)
Na arte, o tigre se reinventa, de papel, às vezes de pixel, de metáfora. Sempre questionando o que é força e o que é aparência - Sergio Sergi (1951), Ritratto di tigre bianca
Imagem: Reprodução
Colorida demais, vibrante demais, livre demais. A obra de Matisse inaugurou uma nova linguagem, e irritou os críticos - Henri Matisse – A Alegria de Viver (1905-1906)
De Pompeia ao presente, ela não pediu licença. Apenas permaneceu - Imagem: Reprodução
Espelho da Madrasta – Arte Vetorial - Imagem: Reprodução
Irezumi, criação de mestres japoneses - Imagem: Divulgação
“Autorretrato com luvas” (1498), de Albrecht Dürer. - Imagem: Divulgação