Marlene Polito

A Natividade, de Giotto ( c. 1303 – 1305 ) - Imagem: Divulgação
Adoração dos Magos, de Botticelli (1485 – 1486) - Imagem: Reprodução
A dignidade exausta diante de um destino sem promessas - Migrant Mother (1936), de Dorothea Lange
Jovem Yanomami - Foto: Reprodução
Pôr do sol no encontro dos rios Poti e Parnaíba - Foto: Arquivo Pessoal
Dança flamenca (detalhe de movimento) - - (Unsplash)
Yoshitomo Nara, Knife Behind the Back e Margaret Keane, The Stray  (O abandonado) - Imagem: Reprodução
O sonho é o lugar onde o real se dissolve e a arte se reinventa - O Sonho, Pablo Picasso (1932)
Noite estrelada, de Vincent Van Gogh (1889) - Essa obra, talvez, seja a mais íntima representação do espanto humano diante do céu - Imagem: Reprodução
Nude, Campden Hill, London (1949), de Brandt - Imagem: Reprodução
Etnias, de Kobra - Imagem: Reprodução
Maravilhar-se. Quando o mundo é espanto e cada coisa pede um “por quê?” - Imagem: Reprodução
Marilyn Monroe, ícone eterno de sedução (1955) - Imagem: Reprodução
Há quem acredite que o passado passa. E se for justamente o contrário, se ele for o que nunca nos abandona? - Imagem: René Magritte, A Memória (1948).  O inconsciente que insiste em se revelar
Um corpo alquebrado que, em sua fragilidade, faz da dor uma forma de beleza - O Velho Guitarrista Cego (1903–1904) de Picasso
Teatro Nô japonês. Entre a rigidez da madeira e a delicadeza do gesto, a máscara sugere o invisível - Imagem: Reprodução
Autorretrato com Macaco e Papagaio (1942), de Frida Kalo - Imagem: Reprodução
Don Corleone (Marlon Brando), em O Poderoso Chefão - Imagem: Reprodução
A sorte não avisa. Apenas chega ... ou não - Imagem: Reprodução
Explore a figura do bobo da corte e seu papel como porta-voz da verdade e do humor - Imagem: Reprodução
No canto da tela, uma lágrima digital; a alma resiste, mesmo em código - Imagem: Reprodução